Formandos plantam árvores e enterram cápsula do tempo


O momento de despedida nunca é fácil, mas os formandos dos cursos técnicos integrados em Vestuário e em Química do Câmpus Gaspar encontraram uma forma de ressignificá-lo. Em um dos últimos dias de aula, eles selecionaram objetos que marcaram sua passagem pelo IFSC e os colocaram em uma cápsula do tempo que foi enterrada e será aberta daqui 10 anos.

Neste mesmo dia, eles ainda plantaram árvores pelo câmpus. “Quando plantamos a nossa semente/cápsula também plantamos algumas árvores e colocamos nossos nomes nelas. Quem sabe daqui a pouco não temos o 'Jardim dos Formandos'? Seria maravilhoso. Acho que vai ser ainda mais emocionante daqui 10 anos, quando desenterrarmos nossa semente, poder ver também o quanto nossas árvores cresceram. Já estou ansiosa para reencontrar todos e descobrir o que cada um se tornou. Vamos nos ver em 2026 e esperamos encontrar mais cápsulas de outras turmas”, explica a formanda do curso técnico integrado em Vestuário, Júlia Êmili da Silva, que foi a idealizadora da cápsula do tempo.

Cada um dos formandos colocou na cápsula objetos que remetessem ao período em que estudaram no IFSC. “Todos os meus objetos estão dentro de um potinho de doce que dividi com pessoas especiais e que fizeram parte da minha vida no IFSC. Dentro desse pote, coloquei coisas como: o crachá do congresso de educação ambiental que participei em João Pessoa. Também coloquei o comprovante de inscrição do dia em que me candidatei a vaga no IFSC e tem também um pedaço de tecido, que usei para terminar meu último projeto integrador. O IFSC é parte de nós. Não só pelo conhecimento que nos transmitiu, mas por nos proporcionar esse sentimento de estarmos em família”, explica Júlia Êmili.

O dia escolhido para abrir a cápsula é 7 de março de 2026. A escolha da data se deu porque foi no dia 7 de março de 2012 que esses alunos começaram a sua história no IFSC. “Queremos que essas lembranças estejam conosco por mais tempo, que possam ser revividas em algum momento e que possamos manter viva a nossa história no IFSC. A ideia da cápsula é que a gente guardasse coisas que de alguma forma fizeram parte da nossa trajetória no IFSC. Por menor que fosse esse objeto, cada um levou algo que achou importante. Alguns colocaram cadeados dos seus respectivos armários, outros objetos que lembravam as aulas de química no laboratório ou na fábrica, presentes ganhos durante esses quatro anos, cartões, carteirinha antiga do IFSC, lembranças das gincanas ou de eventos, lembrança de intercâmbio e muitos colocaram cartas. Cartas para si mesmo, cartas para a turma ou com recadinhos dos amigos para que isso possa ser lido quando a cápsula for aberta”, explica a formanda do curso técnico integrado em Química, Júlia Gonçalves.

Por Beatrice Gonçalves / Jornalista IFSC


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