Sepei 2017: evento abre espaço para movimentos estudantis


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Entender a dimensão do IFSC e conhecer as particularidades de cada câmpus. Durante o Sepei, realizado no Câmpus Itajaí nesta semana, os representantes dos movimentos estudantis tiveram espaço para conversar sobre os desafios dos grêmios e centros acadêmicos, trocar experiências e compartilhar iniciativas e ideias. O encontro oficial aconteceu na segunda-feira (4), mas as conversas entre os estudantes duraram todo Sepei, fortalecendo a mobilização dos alunos e a representação estudantil.

A partir do entendimento dos diferenciais de cada região, os alunos acreditam que seja mais fácil encontrar soluções que atendam ao maior número de estudantes, já que, por trabalhar em rede, o IFSC precisa apresentar propostas únicas para toda instituição. Este é o caso da Resolução 47, que regulamenta o Programa de Atendimento ao Estudante em Vulnerabilidade Social (Paevs) e que, atualmente, está passando por revisão.

ENCONTRO_ESTUDANTES (2)O tema foi uma das pautas do encontro dos estudantes. Conforme a diretora de Assuntos Estudantis, Girlane Almeida Bondan, este é o momento dos alunos opinarem, já que as discussões estão acontecendo nos câmpus e envolvendo a comunidade estudantil. Na próxima fase, as sugestões de todos os câmpus serão repassadas à comissão central, para formulação e validação de um novo documento. “Cada vez mais estamos inserindo os alunos nas discussões”, destaca Girlane.

Para Victória Jurquet, do curso superior de tecnologia em Gestão Ambiental do Câmpus Garopaba, Malu Huff, do curso de licenciatura em Física do Câmpus Araranguá, e Alexandre Marques Rocha, do curso superior de tecnologia em Hotelaria do Câmpus Florianópolis Continente, estas reuniões são sempre muito bem-vindas. “Para o estudante ter vez, é preciso conhecer o IFSC e saber como as coisas se organizam”, reforça Malu.

Alexandre, que está trabalhando desde o ano passado para capacitar as representações estudantis, acredita que participar do Sepei ajuda no processo. “Vamos poder disseminar este conhecimento nos câmpus”, explica. “Temos que compreender o IFSC como um todo, um coletivo, mas com as particularidades de cada região”, complementa Victória, que tem uma sugestão importante para o Paevs.

ENCONTRO_ESTUDANTESA aluna veio de São Paulo para estudar em Garopaba e depende da assistência estudantil para pagar aluguel. O problema é que o Paevs contempla apenas dez meses. Mas, para segurar a moradia, é preciso fechar contrato de doze meses, já que, por ser muito procurada por veranistas, a cidade turística trabalha com locações por temporada. Sem o repasse do Paevs, Victória e os demais estudantes de fora ficam desalojados durante o alto verão.

“É uma realidade que precisa ser analisada”, comenta Victória, lembrando que o Sepei é rico não só pela programação destinada ao ensino, pesquisa, extensão e inovação, mas principalmente pela troca cultural.

Por Liane Dani | Jornalista IFSC

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