Pular para o conteúdo

Notícias

Setembro Amarelo reforça importância do cuidado com a saúde mental durante todo ano

CÂMPUS JOINVILLE Data de Publicação: 30 set 2022 17:56 Data de Atualização: 30 set 2022 18:11

O mês se encerra com uma pergunta e muitas reflexões: o IFSC só aborda a questão da saúde mental durante a campanha do Setembro Amarelo? A resposta é não. O IFSC conta com psicólogos que buscam realizar trabalhos de prevenção e promoção de saúde mental durante todo o ano, bem como intervindo quando alguma demanda se apresenta.

A resposta é da psicóloga do Câmpus Joinville, Cristina Folster Pereira, que lembra que, junto com estes profissionais, também atuam os demais técnicos da Coordenadoria Pedagógica e, por vezes, servidores de outros setores e alguns professores sensíveis à causa. “Em conjunto, são realizadas rodas de conversa, oficinas e ações específicas com as turmas e atividades coletivas no Câmpus”, conta.

Mas é em setembro que os setores se unem para intensificar a programação. “Campanhas como o Setembro Amarelo são importantes, pois alcançam grande parte da população, conscientizando e sensibilizando as pessoas para o tema”, enfatiza a psicóloga.

Neste ano, o Câmpus Joinville concentrou as atividades do Setembro Amarelo nessa quinta-feira (29), com palestras e atividades culturais, incluindo uma oficina sobre Dança Circular, com Elisabeth Ferreira, e apresentações de alunos e servidores. A programação organizada pela Coordenação de Saúde e Serviços e pela Coordenadoria Pedagógica teve participação ativa dos estudantes dos cursos de Enfermagem (técnico e bacharelado) e superior de tecnologia em Gestão Hospitalar.

As palestras sobre saúde mental e prevenção ao suicídio aconteceram nos três turnos e foram conduzidas pela psicóloga Cristina e pelo professor Adelmo Fernandes do Espírito Santo Neto, do IFSC, e por profissionais das redes de apoio: Fernanda Pallu, Rogério Aparecido Amâncio, Josiane Kintzel Welter, Ana Lúcia Maia e Adriani Kalatay.

Conforme Cristina Folster, este trabalho em rede é essencial. “A porta de entrada do SUS é a Unidade Básica de Saúde de referência da pessoa. Contudo, em casos mais graves, como aqueles que envolvem pensamentos de suicídio e transtornos mentais graves, pode-se procurar pelos Centros de Atenção Psicossocial - CAPS para a realização de um acolhimento”, explica.

Neste sentido, ela lembra que é importante que as pessoas procurem entender os sinais de alerta. “Se a pessoa observar que seu sofrimento está causando prejuízos significativos no dia a dia, já pode procurar ajuda de um profissional. É importante procurar ajuda, não esperar chegar em um limite em que o suicídio comece a aparecer como única solução.”

Em relação aos adolescentes, a psicóloga pede uma atenção ainda mais especial. “Muitas vezes temos uma ideia errada dos estudantes, principalmente adolescentes, percebendo todas as suas manifestações de sofrimento ou alterações do comportamento como questões apenas da idade, até mesmo referindo-se a eles como ‘aborrecentes’. Contudo, eles estão justamente em uma idade de muitas mudanças (biológicas, psicológicas e sociais) que podem, sim, causar sofrimento. Muitos transtornos mentais iniciam-se neste período, logo é muito importante estarmos atentos e sempre acolhermos suas queixas sem pré julgamentos.”

CÂMPUS JOINVILLE INSTITUCIONAL

Nó: liferay-ce-prod02

Este site usa cookies para garantir que você obtenha a melhor experiência. Leia Mais.