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Primeiras formaturas on-line do IFSC são em Gestão de Tecnologia da Informação e Engenharia Mecatrônica

ENSINO Data de Publicação: 31 jul 2020 17:17 Data de Atualização: 31 jul 2020 17:22

Victor Leal Trento foi o primeiro estudante do IFSC a ter sua colação de grau feita de forma on-line. Aluno de Gestão em Tecnologia da Informação no Câmpus Florianópolis, ele é da turma que se forma no fim do primeiro semestre de 2020, mas teve que adiantar a cerimônia e fazer sua colação em gabinete - ou seja, de modo individual, sem os demais colegas, pois foi aprovado em um concurso público.

A cerimônia foi às 18h30min da última quarta, 29 de julho, e contou com a presença virtual do reitor pro tempore do IFSC, André Dalla Possa; do diretor-geral do Câmpus Florianópolis, Zízimo Moreira Filho; da diretora de Ensino do Câmpus Florianópolis, Paula Monteiro; do chefe do Departamento Acadêmico de Saúde e Serviços (Dass), Eduardo Beck; do coordenador do curso, Cleverson Tabajara; e dos professores Eder Daniel Corvalão, Julio Ribas e Egon Sewald Júnior.

Após as apresentações e abertura da sessão solene pelo Reitor, conforme ritual acadêmico, Trento fez o juramento e, em seguida, recebeu o grau de tecnólogo. Em casa, recebeu o abraço de familiares e foi aplaudido pela plateia virtual.

Às 19h, houve uma segunda formatura on-line. Formando na turma de Engenharia Mecatrônica que colou grau em março de 2020, Thiago Koerich Claudino não pôde participar e teve que fazer sua colação de grau em gabinete. Além de Dalla Possa, Zízimo e Paula, participaram da segunda cerimônia o chefe do Departamento Acadêmico de Metal Mecânica (Damm), Fernando Fernandes Gonçalves; o coordenador do curso, Adriano Regis e a chefe de Gabinete, Bruna Dorabiallo Oliveira.

“É uma experiência nova para quem se forma e uma nova experiência para nós”, disse o diretor-geral do Câmpus Florianópolis. Para ele, a realização das formaturas on-line é uma mostra da evolução da escola, desde quando era a Escola de Aprendizes Artífices, um lugar de ensino de atividades manuais, até hoje, como Instituto Federal de Educação Tecnológica. “São pouco mais de cem anos e falando assim, parece muito, mas, em termos de formas de ensino, é pouco”, concluiu Zízimo.

Já o reitor pro tempore destacou que o IFSC prima por encontrar soluções. “Essa é a solução que conseguimos oferecer, pois nossa missão é fazer a educação, da forma que for possível. Nenhum profissional dura na sua carreira se não tiver a capacidade de se reinventar, e não é diferente com as instituições”.

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