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Candidatos contam por que escolheram o IFSC

ESTUDE NO IFSC Data de Publicação: 13 jun 2015 21:00 Data de Atualização: 06 fev 2018 14:56


Foi por confiarem na qualidade de ensino ofertado pelo IFSC que os amigos Erik da Silva e Gabriel Carlos Godinho, ambos com 15 anos, optaram em continuar seus estudos no Câmpus Joinville. Colegas desde o ensino fundamental na Escola Municipal Prefeito Geraldo Wetzel, eles decidiram fazer o curso técnico integrado em Eletroeletrônica.

“No IFSC, o ensino é bom e os cursos são mais amplos, mais abrangentes”, afirmou Gabriel. Para Erik, o curso técnico é base para o futuro. “Conhecendo a área, vou poder decidir que faculdade fazer. Se é essa área mesmo que eu quero seguir.”

O candidato Bruno Lavanini, de 14 anos, também optou pelo curso técnico em Mecânica pensando no futuro. “Quando estiver na faculdade, já vou poder ter um trabalho, uma carreira”, comentou Bruno, que é apaixonado por carros e mecânica desde criança. Ele já correu profissionalmente de kart e teve que parar por falta de patrocínio. Agora, seu foco é se preparar para a faculdade de Engenharia Mecânica.

Bruno ainda não mora em Joinville. Ele reside em São Paulo (SP) e voltaria para casa assim que terminasse a prova. Os pais, Marcelo e Rose, acompanharam o filho até o câmpus com as malas prontas para a viagem. O pai, que é servidor da Receita Federal, foi transferido para Joinville há pouco tempo e a família toda deve se mudar em breve para Santa Catarina.

De mais longe ainda é o haitiano Garry Mondésir, que chegou ao Brasil no dia 2 de março deste ano e assim que soube do processo de seleção do IFSC se inscreveu para o curso técnico concomitante em Mecânica. Ele deixou o Haiti em busca de trabalho e de qualificação que lhe possibilitem um futuro melhor. Garry já conseguiu emprego com carteira assinada e salário fixo na montagem de eletrônicos em uma indústria da cidade.

Aos poucos, ele está aprendendo a falar português e disse que está se esforçando para melhorar a comunicação, tanto que não teve dificuldades em interpretar a prova. “A prova não estava difícil. Só senti dificuldade mesmo em história, porque ainda não conheço a história do Brasil”, avaliou.

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