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Pesquisa revela possibilidade de aumentar vida útil de queijos coloniais

SEPEI Data de Publicação: 01 ago 2019 10:00 Data de Atualização: 01 ago 2019 11:13

O Seminário de Ensino, Pesquisa, Extensão e Inovação  (Sepei) chega ao seu último dia (1) e traz entre as apresentações de trabalhos em formato de pôster uma pesquisa sobre a conservação e aumento da durabilidade do queijo colonial. Um grupo de alunos do Ensino Médio Técnico Integrado em Alimentos do Câmpus Canoinhas investigou formas de ampliar a vida útil do queijo colonial tipo Kochkäse por meio da adição de óleo essencial de pimenta rosa.

Orientada pela professora Marli Santos e  realizada por Daiana Bianek Kieski, Ernani Wolter Junior, Larissa Leite e Tânia Mara dos Santos, a pesquisa mobilizou contribuições de vários professores e áreas do curso, como a professora Maressa Dolzan.

Segundo os pesquisadores do projeto, o objetivo do trabalho foi estabelecer uma proposta para o processamento do queijo tipo Kochkäse, seguindo os procedimentos adequados para a obtenção de um produto final de qualidade. Para elevar a vida útil do queijo, foi adicionado óleo essencial de pimenta rosa como conservante. Em seguida, foi realizada a fase de testes do produto, para avaliação das suas características físico-químicas, microbiológicas e sensoriais. De acordo com o relatório final, a padronização do processo elevou a qualidade higiênico-sanitária e preservou as características sensoriais do queijo tipo Kochkäse.

"Os resultados obtidos no projeto contribuem para o desenvolvimento da região de Canoinhas ao elevar o potencial econômico do leite, produto amplamente produzido na região", explicam os pesquisadores, lembrando que o queijo colonial tipo Kochkäse é amplamente apreciado na região do Planalto Norte catarinense, já que parte da sua população é de descendência alemã.

SEPEI