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Workshop de Empreendedorismo Júnior consolida trabalho do IFSC com as EJs

SEPEI Data de Publicação: 01 ago 2019 13:28 Data de Atualização: 01 ago 2019 13:45

O 2º  Workshop de Empreendedorismo Júnior, ministrado pela Federação das Empresas Juniores do Estado de Santa Catarina (Fejesc) foi uma das atrações da 8ª edição do Seminário de Ensino, Pesquisa, Extensão e Inovação (Sepei).

Foram realizadas diversas atividades envolvendo temas que são de extrema importância para o dia a dia do empresário júnior, como liderança, gestão ágil, gestão de time e assuntos relacionados a cultura organizacional. Cada programação teve dinâmicas e momentos de construção, visando desenvolver os empresários juniores para que alcancem melhores resultados com a sua empresa.

Esta foi a segunda edição do Workshop de Empreendedorismo Junior no Sepei. Maiara Pavei, presidente da iModa Jr, Empresa Junior (EJ) do curso Superior de Tecnologia em Design de Moda, destaca que a primeira edição do workshop foi de suma importância para a estruturação das EJs. “Foi graças ao workshop que a iModa e outras EJs do IFSC se estruturaram melhor e alavancaram. Dois meses após o Sepei, já estávamos com o CNPJ registrado”, afirmou. Nesse Sepei, além de participar do workshop, a iModa também realizou uma apresentação oral sobre a EJ.

Se a primeira edição do workshop foi importante para a consolidação das EJs do IFSC, outras iniciativas querem seguir esse caminho. Daniela Amorim, presidente da Idev, iniciativa do Câmpus Palhoça-Bilíngue, se mostrou entusiasmada com a experiência e o conhecimento que será adquirido no evento. “Iniciamos um contato com outras Empresas Juniores, conhecemos suas experiências, suas dificuldades e seus fatores de sucesso. Essa experiência será importante para evitarmos para evitar erros comuns, além de recebermos sugestões para impulsionar venda e no desenvolvimento dos primeiros produtos.”

A Idev é uma empresa júnior de Desenvolvimento de Tecnologia e Inovação para a Comunidade Surda e Acessibilidade e iniciou suas atividades em dezembro de 2018. A EJ tem como propósito inicial desenvolver aplicativos simples, com um conceito de cartão de visita, para as empresas contratantes da região do câmpus IFSC Palhoça Bilíngue. Outro serviço disponibilizado é atualização e manutenção dos aplicativos desenvolvidos pela empresa.

Federação

Uma empresa júnior é uma associação civil sem fins lucrativos, formada e gerida por alunos de um curso superior, que trabalham de maneira voluntária. Atualmente o IFSC possui 21 EJs, sendo 16 iniciativas e 5 EJs Federadas (Lamp, Eumeca, iModa, Tríade e MAJ).  

Para ser considerada uma EJ Federada, as empresas precisam cumprir uma série de requisitos, como estatuto, plano de negócio e CNPJ. André Dala Possa, pró-reitor de Extensão  Relações Externas, destaca que a intenção do IFSC é ajudar as iniciativas a se tornarem EJs federadas. “O nosso objetivo agora não é apenas ajudar na criação de novas EJs, mas também auxiliar as EJs e iniciativas já existentes a se tornarem federadas através de editais de aceleração”, explicou.

O pró-reitor ainda ressalta a importância do Movimento Empresa Júnior para a formação dos alunos no Instituto Federal. “É perceptível a diferença de um aluno que faz parte de uma empresa júnior. O estudante que participa de uma EJ tem uma atuação focada nas demandas sociais, desenvolvendo atitudes, habilidades e competências de maneira muito mais rápida”, explicou. 

O diretor de Expansão da Fejesc, Miguel Holanda, elogia o trabalho que o IFSC vem desenvolvendo com as EJs. “O quanto os representantes do IFSC acreditam no poder do movimento é inspirador e com certeza contribui para um maior crescimento e desenvolvimento do movimento e assim criar raízes mais profundas” explicou.

Miguel ainda destaca o espaço destinado para as empresas juniores no Sepei. “É um momento único de aproximação com os estudantes do IFSC onde conseguimos aproveitar do momento de imersão no evento para fomentar o espírito empreendedor nos congressistas e construir avanços fundamentais para a criação de empresas juniores. Além disso, o contato com as empresas já formadas possibilita a troca de conhecimento para a solução de problemas complexos enfrentados por essas empresas e assim tornar a vivência empresarial mais completa”.

SEPEI