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Aluna do Câmpus Araranguá participa de feira virtual para jovens cientistas

CÂMPUS ARARANGUÁ Data de Publicação: 06 jul 2020 10:04 Data de Atualização: 06 jul 2020 10:06

Aluna do curso técnico Vestuário do Câmpus Araranguá, Rafaela Silva de Almeia participou da primeira edição da Feira Brasileira de Jovens Cientistas, considerada a primeira feira científica nacional e pré-universitária totalmente virtual. Seu trabalho, intitulado “Análise da obra “O Segundo Sexo” de Simone de Beauvoir e equiparação com os dias atuais”, ficou entre os projetos premiados com o terceiro lugar na categoria Ciências Humanas.

O evento virtual aconteceu durante os dias 26, 27 e 28 de junho. De acordo com a organização, 284 projetos foram apresentados, envolvendo mais de 700 estudantes e 400 avaliadores de todo o Brasil.

“Eu gostei muito da experiência e consegui aprender muito e interagir com pessoas de diversas partes do país, até mesmo com pessoas de fora do país. Fiquei muito feliz também em conseguir o terceiro lugar da avaliação geral da feira na área de Ciências Humanas”, diz Rafaela, que teve o trabalho orientado pelo professor de Filosofia Fernando Henrique Zarth e pela psicóloga Julyelle Conceição. 

Além do trabalho apresentado, Rafaela participou da Maratona de Inovação, que envolveu 56 equipes, desafiadas a encontrar soluções para problemas relacionados a dois projetos apresentados pelos organizadores.

“Tínhamos que escolher uma das trilhas, a do projeto AquaLuz ou a do Instituto Arara Azul, e achar uma maneira de resolver os problemas enfrentados por elas. Algumas semanas antes a gente montou a equipe, escolheu a trilha e ao longo dos dias fomos recebendo desafios a serem cumpridos, além de ir desenvolvendo a nossa ideia de melhoria”, conta Rafaela. A equipe, que contava com colegas de Bahia, Rio Grande do Sul e Minas Gerais, ficou em terceiro lugar na trilha. “Cada pessoa da equipe era de uma área diferente, então aprendemos muitas coisas uns com os outros”, diz a estudante.

Idealizada por estudantes, alguns deles egressos de Institutos Federais, a Feira teve como objetivo valorizar o potencial dos jovens cientistas e o impacto de todos os projetos. A ideia de realizar o evento de forma virtual surgiu antes da pandemia, a partir da ideia de permitir que mais estudantes pudessem participar de um evento científico, sem a necessidade de gastos com deslocamento e hospedagem.

“Foi muito legal participar da Feira e diferente por ser a distância, mas tiveram várias atividades interativas como workshops, palestras com chats livres e alguns em que podíamos abrir microfone e câmera para interagir mais com as outras pessoas”, relata Rafaela.

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