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Cursos de Engenharias Civil e Mecatrônica do Câmpus Florianópolis são reconhecidos pelo MEC

ENSINO Data de Publicação: 16 out 2020 16:21 Data de Atualização: 27 out 2020 13:44

Os cursos de Engenharia Civil e de Engenharia Mecatrônica do Câmpus Florianópolis foram oficialmente reconhecidos pelo Ministério da Educação, em portaria publicada em 7 de outubro no Diário Oficial da União (DOU).
 

O curso de Engenharia Civil tem sete anos e formou a primeira turma no primeiro semestre de 2018. Obteve o conceito máximo (5,000) no Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade) 2017, ficando atrás apenas do Instituto Militar de Engenharia (IME), no Rio de Janeiro, que também recebeu 5,000, mas obteve notas brutas maiores (79,0435 na formação geral e 71,4609 no conhecimento específico, contra 75,4462 e 63,6846, respectivamente, do curso do Câmpus Florianópolis). Em todo o país, foram avaliados 538 cursos de Engenharia Civil. Desses, apenas 34 obtiveram conceito faixa 5 – sendo só três em Santa Catarina.

Para a coordenadora, professora Maurília Bastos, o reconhecimento é a finalização de um processo cuidadoso que envolve a dedicação dos professores, técnicos e dos estudantes – mesmo sendo um curso “novato”, as pesquisas e trabalhos dos alunos e professores já receberam vários prêmios nacionais, como os concursos Resistência à Tração de Sistemas Argamassa-Concreto”, “Concreto: quem sabe, faz ao vivo” e o Solar Decathlon Latino América e Caribe, em equipe formada por estudantes do IFSC e da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

“Os cursos do câmpus têm o diferencial por serem cursos de graduação dentro de uma estrutura de departamentos em um instituto federal, o que dá uma formação mais integral”, destaca Maurília.

O coordenador do curso de Engenharia Mecatrônica, professor Adriano Régis, também coloca a parceria entre cursos e departamentos como um dos benefícios de se estar em um instituto federal de ensino técnico e tecnológico. “Além do esforço e dedicação de todos os servidores e alunos do curso para chegarmos a esse reconhecimento, faço questão de agradecer aos colegas das demais engenharias do câmpus, que se dispuseram a nos orientar em todo o processo, visto que eles já tinham obtido o reconhecimento”, explica.

Régis conta que recebeu um retorno extremamente positivo dos avaliadores. “A gente faz um ótimo trabalho, mas sempre dá uma certa apreensão com as avaliações. Um pouco antes de divulgarem o Conceito Preliminar de Curso (CPC), ligaram para confirmar umas questões de acessibilidade da nossa biblioteca, os dois únicos itens, de um total de quase 100, em que não obtivemos a nota máxima. Os avaliadores disseram que foi um dos melhores cursos que eles já tinham avaliado”, lembra.

“As boas notas em avaliações do MEC e o reconhecimento são reflexo direto de toda uma comunidade acadêmica – não só do curso, mas de todo o câmpus, que se dedica em ensinar, aprender e sempre melhorar”, finaliza Régis.
 

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