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IFSC do Centro pode ampliar atividades presenciais em 4 de outubro

CÂMPUS JARAGUÁ DO SUL-RAU Data de Publicação: 10 set 2021 19:13 Data de Atualização: 10 set 2021 19:28

Os membros do Colegiado do Câmpus Jaraguá do Sul-Centro definiram, em reunião realizada nesta quarta-feira (8), que o câmpus poderá avançar para a Fase 2 da Política de Segurança Sanitária (PSS) a partir de 4 de outubro. Com a mudança da Fase 1 para a Fase 2, fica autorizada a realização de até 30% das atividades de forma presencial (confira aqui o que é autorizado em cada fase). No entanto, antes da data estipulada pelo Colegiado, é necessário que o câmpus cumpra alguns requisitos que ainda impediriam o início da Fase 2.

Segundo a direção-geral do IFSC do Centro, o avanço de fase a partir de 4 de outubro depende agora das seguintes condições: finalização do mapeamento de espaços a serem utilizados, de horários e fluxos de atividades; e a verificação de Risco Potencial Grave por 14 dias na região de saúde em que se encontra Jaraguá do Sul.

Enquanto o mapeamento depende apenas do câmpus e já está parcialmente realizado, a verificação do Risco Potencial é um indicador objetivo elaborado semanalmente pelo Governo do Estado. Neste momento, Jaraguá do Sul – que está na região Nordeste do mapa catarinense – apresenta Risco Potencial Gravíssimo, o que impossibilitaria o avanço para a Fase 2 da PSS. Confira aqui todos os requisitos da Fase 2.

A direção do câmpus Centro lembra, porém, que o Comitê Técnico-Científico (CTC) do IFSC solicitou, em seu último relatório, que o Conselho Superior (Consup) reveja os requisitos para o acionamento da Fase 2. “Caso o Consup aceite a recomendação do CTC, só restaria a finalização do mapeamento dos espaços, turmas e servidores que retornariam. Caso o Consup não aceite a recomendação do CTC e Jaraguá do Sul permaneça com Risco Potencial Gravíssimo, a Fase 2 da PSS não será acionada na data estipulada”, explica do diretor-geral José Roberto Machado. 

Fase 2 no Câmpus Jaraguá do Sul-Rau

A direção-geral do IFSC do Rau optou, neste momento, por ainda não realizar o debate sobre o acionamento da Fase 2 da PSS no câmpus. “Como aqui estamos iniciando o semestre letivo, entendemos que seria mais viável discutir [o começo da Fase 2] apenas quando a condição de avanço de fase estivesse mais próxima”, relata o diretor-geral Delcio Demarchi.

Fase 2: o que muda?

Confira, a seguir, quais são as atividades presenciais permitidas na Fase 2 da PSS:
- Prioridade de retorno: Estudantes formandos para aulas de laboratório e realização de experimentos para a conclusão de Projetos Integradores e TCC; aulas de laboratório com escalonamento de dias e horários para que se reduza o fluxo de circulação de pessoas nos câmpus e em cada laboratório em particular; estudantes de cursos EJA-EPT, conforme avaliação de sua pertinência e possibilidade pelo câmpus; estudantes em privação de liberdade que já completaram o ciclo vacinal, conforme avaliação de sua pertinência e possibilidade pelo câmpus;
- Disponibilização de laboratórios de informática a estudantes sem acesso às ANP;
- Retorno de atividades de pesquisa que não possam permanecer paradas tendo em vista o cumprimento de prazos constantes em edital ou sob risco de prejuízo irreparável ao seu andamento;
- Retorno de servidores que não constituam grupo de risco e atuem em setores essenciais à realização das atividades acadêmicas.

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