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IFSC apresenta demandas do Oeste e parlamentares tentarão articular recursos

INSTITUCIONAL Data de Publicação: 18 out 2021 20:21 Data de Atualização: 18 out 2021 20:34

O reitor do IFSC, Maurício Gariba Júnior, e os diretores-gerais dos cinco câmpus da instituição no Oeste encontraram-se com lideranças políticas regionais. O encontro foi no Câmpus Chapecó do IFSC, na tarde desta segunda-feira (18), e contou com breves apresentações sobre a história de cada unidade e, especialmente, das demandas atuais para crescimento e oferta de mais cursos. Como encaminhamentos principais, os parlamentares definiram por enviar ofícios a Ministérios para tentar agilizar demandas atuais do Instituto e ainda articular a possibilidade de recursos para atender às principais demandas de cada unidade.

Estiveram presentes o deputado federal Pedro Uczai e os representantes da deputada federal Caroline de Toni, do deputado federal Celso Maldaner e do senador Espiridião Amin, respectivamente Marcelo Tramontini, Edemilson Zilli e Nicolau Buraseska, e ainda participou a vereadora de Chapecó Deise Schilke. 

Por parte do IFSC, estavam os diretores-gerais Sandra Agne (Chapecó), Raimundo Castro (São Carlos), Diego Martins (São Miguel do Oeste), Daniel Carossi (São Lourenço do Oeste) e Ricardo Zanchett (Xanxerê), além do reitor. “Assumimos a reitoria em 18 de agosto, então esta é nossa primeira viagem para o Oeste. A nossa intenção é a aproximação com as lideranças empresariais e políticas da região para reforçar parcerias”, afirma Gariba, lembrando que o IFSC possui 22 câmpus e atende em torno de 40 mil estudantes.

Demandas dos câmpus do IFSC no Oeste

Sandra Agne, diretora-geral de Chapecó, afirmou que recentemente houve a aquisição do terreno ao lado da atual estrutura física, no bairro Seminário, e que a documentação atualmente tramita na Casa Civil. A intenção é que seja construído um novo bloco com salas de aula, restaurante, auditório. Também citou que o câmpus está focado em obras de acessibilidade no momento e que ainda faltará conseguir investimentos para a cobertura das rampas acessíveis entre blocos.

Diego Martins, diretor-geral do Câmpus São Miguel do Oeste, cita como prioridade a aquisição de móveis e equipamentos para o bloco agrícola, que será inaugurado nesta semana. Também levanta outras duas demandas prioritárias: instalação de energia fotovoltaica e a construção de um novo bloco para salas de aula, o que poderia aumentar a oferta de cursos, já que hoje a demanda é maior do que a oferta.

Ricardo Zanchett, diretor-geral de Xanxerê, cita a importância do Câmpus Xanxerê não só na cidade, mas na região, já que 40% dos estudantes atendidos são de municípios próximos. Lembra de prêmios importantes já recebidos pelos estudantes, especialmente de um grupo que enviou um experimento ao espaço e outro que ganhou um prêmio ao criar um aplicativo de combate ao suicídio, e da verticalização de cursos na área da mecânica. Como prioridades lembrou da construção de uma cantina para o câmpus e da necessidade de se investir em energia fotovoltaica.

Daniel Carossi, diretor-geral de São Lourenço do Oeste, apresentou parte do planejamento do câmpus, que iniciou em 2018 e segue até 2024. “Hoje nossa região não tem cursos superiores, então nosso foco é ofertar também graduações, como Processos Gerenciais e Sistemas de Informação”, afirma. Para isso, no entanto, esta unidade do IFSC precisa se estabelecer de fato como um câmpus e não permanecer como um câmpus avançado, como preconiza a Portaria do MEC 713/2021. Quando isso ocorrer, o câmpus poderá ter mais servidores (docentes e técnicos-administrativos) e aumentar as ofertas de cursos. Outra prioridade também se trata de investimentos para equipar laboratórios para aulas práticas.

Raimundo Castro, diretor-geral de São Carlos, recordou que o IFSC chegou à cidade primeiro ofertando cursos sem estrutura física própria, pensando primeiro na área têxtil e de edificações - grandes demandas da região - e depois de alguns anos conseguiu construir o atual câmpus. Atualmente, com foco no agronegócio e a verticalização na área de edificações, ou seja, com a oferta de cursos rápidos, técnicos e de graduação nesta área, o câmpus precisa de mais investimentos especialmente para laboratórios.

Encaminhamentos

Os convidados tiraram dúvidas e mostraram-se solícitos às demandas do IFSC. O deputado Pedro Uczai enfatiza a importância dessas apresentações e reuniões de trabalho, para que os parlamentares recebam informações sobre o trabalho realizado na instituição e as demandas necessárias.

Como encaminhamento, Uczai sugeriu que cada parlamentar ou assessor pensem sobre a possibilidade de aprovação de emenda da bancada federal de Santa Catarina para o IFSC. “Desta forma, toda a bancada auxilia com recursos, e cada deputado define exatamente quanto e em qual unidade do IFSC irá investir”, destaca.

Também ficou encaminhado que os parlamentares enviarão dois ofícios: um deles à Casa Civil referendando a compra da área de terra de Chapecó - para que a direção possa iniciar os projetos do que será construído no espaço; e outro ofício para os Ministérios da Educação e da Economia reforçando a importância de que o Câmpus São Lourenço do Oeste torne-se efetivamente em um câmpus e possa aumentar a oferta para a região em que está inserido. 

“Nosso grande Oeste tornou-se num polo industrial, e não há dúvidas de que boa parte desse crescimento tem ligação com todos os profissionais que o IFSC ajudou e ajuda a formar”, afirmam os parlamentares.
 

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