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Corrente solidária traz agroecologia à pauta através de vídeos, imagens e iniciativas sociais

EXTENSÃO Data de Publicação: 25 jun 2020 10:59 Data de Atualização: 25 jun 2020 15:10

Ser útil à comunidade. Abordar assuntos importantes. Distribuir informação. Trazer a agroecologia para a pauta. Esses são os objetivos principais do projeto Corrente Solidária: vídeos, imagens e iniciativas sociais, desenvolvido pelo Câmpus Gaspar, através do Núcleo de Estudos em Agroecologia (Neavi). “Com a deflagração da pandemia, a necessidade de isolamento social, uma maior atividade em mídias sociais e interação digital, intuiu-se que o momento seria propício e benéfico para manter o vínculo do IFSC com os alunos e a comunidade, através de uma série de vídeos (editados), lives e por vezes imagens”, afirma o professor de Química, Carlos Geovanni Alves Ledra, coordenador da iniciativa.

Segundo ele, o projeto é mais uma forma de mostrar como o IFSC é dinâmico, capaz de produzir conteúdo de qualidade e levar conhecimento para as pessoas, sejam elas alunos ou comunidade. “Como imaginamos este projeto, semelhante a um projeto de extensão, em tempos comuns, no qual nosso intuito é uma interação maior com a comunidade, imaginávamos atingir um público em torno de 2000 pessoas. Porém estamos descobrindo que as redes sociais têm um alcance muito maior, e após nossa primeira semana cheia de atividades e transmissões esses números estão nos animando. Nossos seguidores e visualizações tem crescido bastante devido ao projeto, e estamos gerando, difundindo conhecimento e contribuindo para o desenvolvimento cultural, científico e social”, destaca Carlos Geovanni.

Carlos Geovanni conta que a maioria dos vídeos é voltado a uma faixa etária de 12 anos ou mais e estão disponíveis nas mídias sociais do Instituto (Instagram, Facebook e Youtube). “A ideia é tratar de agroecologia, porém, esta é uma ciência transdisciplinar, ela percorre muitos caminhos e permeia muitas esferas. Portanto os assuntos são os mais diversos possíveis, deste pesto PANC (Plantas alimentícias não convencionais), composteiras, passando por educação interdisciplinar, bioconstruções, sustentabilidade, assim como racismo e movimentos sociais, ou seja, um universo amplo, com um olhar da agroecologia que tenta ser o mais abrangente possível”, destaca o Ledra.

Na prática

Ele relata ainda a participação de estudantes e professores na organização de todo o projeto e no núcleo de estudos atuam professores, técnicos e uma aluna. “Nas lives e em alguns vídeos editados temos professores. No suporte técnico para transmissão das lives e dos vídeos para as plataformas digitais temos professores e uma aluna. Para alguns vídeos editados temos ‘atores’, ou seja, pessoas externas”, explica.

O material é divulgado nas redes sociais Instagram, Facebook e youtube. “Mas também contamos com a divulgação pelas mídias sociais de nossos apoiadores, como IFSC rede, e IFSC Gaspar, do IPEVI, parceiro no projeto, entre outros. Também fazemos divulgação dos links em alguns grupos de whatsapp”, ressalta.

O projeto está com ações fixas e apoiadas pelo edital (Chamada Covid) até o dia 10 de julho. A programação é divulgada toda segunda nas redes sociais. O professor revela que já há a programação para o lançamento de mais uma série de vídeos após as férias, estes com recursos de outro edital.  

EXTENSÃO CÂMPUS GASPAR