Relato da Victória| Intercambista do Propicie 13

BLOG DOS INTERCAMBISTAS Data de Publicação: 20 apr 2018 09:55 Data de Atualização: 20 apr 2018 10:43

Um ótimo dia a todos ! 

Hoje acompanharemos o relato da aluna Victória Zarkse, do curso técnico em Aquicultura, que está tendo uma experiência incrível na França. 

----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

 

Iniciando a viagem dia 07/03 saindo de Florianópolis – São Paulo, São Paulo – Londres e por fim Londres – Paris, chegando em Paris no fim da tarde fui recebida pela Fanny, responsável pelo consulado da França, a qual nos buscou (Eu e Leonardo) e nos orientou para comprar a passagem e pegar o trem, chegando quase às 22hs da noite em La Rochelle onde Ms. Gayet – professor responsável pelo projeto, buscou-nos e levou até o Lycèe de La mer Et du Littoral, chegando na casa nos mostrou e teve a gentileza de nos deixar levemente equipados com comida até conseguirmos comprar as nossas próprias.

 

No dia de visitar e conhecer o Câmpus, Gayet nos apresentou aos professores, onde conhecemos Thomás, outro professor da área de aquicultura, que nos mostrou a escola e o trabalho que é exercido aqui, desde todos os laboratórios e seus cultivos até a sala dos professores, depois de apresentados a todos eles, conversamos mais sobre o que faríamos ao longo dos três meses de projeto.

 

Terça-feira pela manhã (13/03) presenciamos e participamos da aula do professor Gayet, onde o assunto da vez foi aquaponia, sistema usado para enriquecer verduras, com a adubação natural da excreção dos peixes, é um sistema controlado e sustentável, onde pode ser realizado com canos, fazendo furos no meio, porém as plantas utilizadas são apenas as que tem raízes pivotantes, as quais necessitam estar em contato com a água, desta forma há um sistema de recirculação da água, há um tanque, onde há peixes, e estes peixes fazem suas necessidades na água, posteriormente esta água passa por um filtro grosso de britas, para depois a água já mais limpa poder passar pela planta e deixar todos os nutrientes necessários para melhor crescimento.

 

30/03/2018

 

Um dos melhores dias deste intercâmbio com toda certeza do mundo! Mr. Gayet nos proporcionou a ida até o Aquarium localizado em La Rochelle junto com outra turma, antes de chegar ao local sabia que era um aquário mas não imaginava que era daquela forma, maravilhosamente encantador, logo que entrei no aquário, arrepiou…, e passou brevemente na minha mente de como aquele mundo é diferente do meu, suas peculiaridades, modo de viver, cuidados, e o melhor de tudo o tamanho da biodiversidade marinha, só de peixes e invertebrados são 12.000. Teria que voltar mais 1 milhão de vezes e ainda assim não saberia tudo, afinal é um mundo mais complexo do que imaginamos, muito para ser descoberto. Coisas que talvez nem imaginemos, há muito pra ser explorado, com certeza recomendo esta visita a todos!

 

BLOG DOS INTERCAMBISTAS

Relato da Kaori | Intercambista do Propicie 13

BLOG DOS INTERCAMBISTAS Data de Publicação: 05 apr 2018 16:08 Data de Atualização: 13 apr 2018 13:00

Bom dia, pessoal! Tudo bem ?

Acompanhem hoje o relato da aluna Kaori, do curso técnico integrado em Química do Câmpus Florianópolis. Ela está fazendo um projeto de pesquisa no Instituto Politécnico de Beja, em Portugal.

...................................................................................................................................................................................................................

1 v o aAR

Quando eu era pequena, queria poder voar. Ficava imaginando se, quando morasse no céu, teria asas iguais as dos anjos. E, nessa idade, era através da imaginação que eu voava. A partir dos meus nove anos, tocando piano, eu já sentia que meus dedos podiam alçar vôo. Mas, foi apenas na dança que o meu corpo se entregou completamente à ideia impossível de um vôo humano. Foi com a dança que eu aprendi a perceber os mecanismos e as técnicas de um vôo. E, assim, com prática e dedicação, os riscos do vôo eram calculados e amenizados.

Agora, com as palavras, a sensação de voar foi desesperadora. Não tinha hora, dia nem lugar. Podia ficar meses em total abstinência ou dias sem sequer colocar os pés no chão. Quando comecei a escrever, aos doze anos, achava que podia controlar cada risco – seja no papel ou de vida –, mas não. Com o tempo, comecei a querer que as palavras, depois de cada ponto, (re)pousassem no lugar onde tinham nascido. E, mais uma vez, achei que podia controlar, com exatidão, cada pouso; mas não. Ver os vôos desordenados, as quedas inconstantes, as vendas de livros não planejadas, me deixaram horrorizada. Fui percebendo que não havia "destino romântico” para minhas poesias.

A realidade foi que, nem com as minhas asas metafóricas – idealizadas por mim mesma – eu podia controlar o destino. Mas o destino? Ah, esse me fez voar de novo.

(e dessa vez foi para bem longe...)

2 T E M P O (uco tempo que estou aqui, mas)
 

A previsão do tempo de Beja é de mais ou menos 10 ºC e muita chuva. Mas, o frio faz a sensação térmica parecer bem menor.

Nesse último domingo (25), o tempo mudou em todo Portugal. Com os relógios adotando o horário de verão, ficamos com 4 horas a mais que o Brasil.

Há poucos dias, meu amigo me perguntou como havia sido o primeiro mês de intercâmbio. Ri. Faz apenas duas semanas, disse. Ele não acreditou.

Lá Outono. Aqui Primavera.

Tic Tac

Nessa 1 hora a mais de saudade, fico à espera das mensagens...

Enquanto o dia aqui termina, no Brasil ainda está na metade.
 

3 Apenas os doces de ovos

Quando o assunto é doce português, não tem como não falar dos ovos. Agora, quando o assunto já é Páscoa, ironicamente os ovos deixam de ser o centro.

Pensar em Páscoa, pra mim, é pensar na morte e ressurreição de Jesus e, também, nos chocolates. Sobre a parte dos chocolates, a minha referência é aquela visão do amontoado de ovos de Páscoa nos supermercados.

Hoje é Sexta-feira Santa e posso contar quantos ovos de chocolate já vi nos supermercados aqui de Portugal. São poucos, afinal o sentido da Páscoa que prevalece aqui é outro. Quem sabe, por ser um país ainda muito religioso, é natural relacionar a Páscoa com o seu sentido cristão. Mas, para nós, brasileiros, às vezes isso é muito difícil. O que prevalece acaba sendo a fantasia dos coelhinhos e o mercado dos ovos de chocolate.

 Ainda assim, o que está me deixando mais impressionada é ter uma semana de Férias de Páscoa – sem aula, sem pesquisa, sem trabalho. Uma semana em que confesso ter comido muito ovo – não os de chocolate, claro! Mas, sim, os dos deliciosos doces portugueses. 
 

4 Andamento do Projeto GreenEcoRoxo

4.1 Gratidão

Mesmo já tendo alguma experiência em laboratório e sido bolsista em um Projeto de Pesquisa da área de Química, é muito diferente a sensação de estar como pesquisadora em um ambiente que não é a sua escola e com pessoas que não são seus professores. Estar nesse contexto exige uma outra postura. É necessário, também, mostrar para as pessoas que elas podem confiar em você e no seu trabalho. Afinal, o laboratório é um local de muitos riscos, e, tendo apenas dezessete anos, as pessoas, ali, olham para você com uma certa dúvida e preocupação.

Nesses últimos dias, fui percebendo o quão importante é tudo aquilo que eu venho aprendendo no IFSC; percebendo que os conteúdos não são aplicados só porque os professores acham legal ou interessante, mas porque são, de fato, importantes. E só agora eu estou percebendo a real dimensão de tudo isso.

Nesses momentos, eu sinto muita gratidão por cada professora e professor que disponibilizou o seu tempo e dedicação para compartilhar comigo tanto conhecimento. Gratidão, também, pela Laura que está ao meu lado, trabalhando na mesma pesquisa e que, no curso do IFSC, encontra-se uma fase acima de mim, podendo, assim, compartilhar as suas experiências comigo. Gratidão por cada estudante do IFSC que também veio a Beja: a Amanda, o Thiago e a Natasha – pessoas super legais e que são de áreas semelhantes que a minha (Química e Alimentos), podendo trocar várias ideias e possibilitando que um ajude o outro nos seus afazeres.

Quando olho volta, fico muito feliz de ver onde eu estou – um lugar tão diferente e, ao mesmo tempo, tão conhecido: o laboratório, um lugar onde ainda quero passar muito tempo da minha vida.
 

4.2 Reações

Nesses últimos dias, posso dizer que estou colecionando várias reações: reações minhas com as pessoas, das pessoas comigo e, claro, reações químicas também.

Antes das Férias de Páscoa, eu e a Laura fomos nos familiarizando com o laboratório. A nossa orientadora, professora Teresa, entregou-nos os procedimentos das práticas e nos pediu para verificar a lista de reagentes que seriam utilizados por nós. Diferentemente dos laboratórios do IFSC – Campus Florianópolis, aqui a organização dos reagentes é diferente: cada reagente possui uma ficha, e essas fichas estão organizadas somente pela letra inicial do nome do reagente, não em ordem alfabética, e cada ficha possui um número que corresponde ao fraco do reagente no armário. Por exemplo, se precisássemos do ácido clorídrico, teríamos que procurar a sua ficha entre as fichas de letra A, verificar qual era o seu número e procurar esse número no armário para, então, achar o frasco do ácido clorídrico. Resumindo, para nós, ficou confuso esse sistema de organização.

Porém, a nossa reação diante dessa situação foi de querer contribuir para poder facilitar. Resolvemos, então, fazer uma planilha, digitando todas as fichas de reagentes com nome, fórmula e número. Em dois dias, terminamos, afinal, eram um pouco mais de quinhentos reagentes para organizar. Ao mostrar para nossa orientadora, ela ficou muito contente e, também, aprovou a nossa ideia de reorganizar os armários.

E foram nesses momentos que eu acabei percebendo o que é ser, de fato, técnica em química. E gostando disso.

 

 

 

 

BLOG DOS INTERCAMBISTAS

Relato da Isabel | Intercambista do programa "Bachelor´s Programme in Radiology"

BLOG DOS INTERCAMBISTAS Data de Publicação: 13 apr 2018 12:14 Data de Atualização: 13 apr 2018 12:57

Acompanhem hoje o relato da aluna Isabel Abreu, do curso superior de Tecnologia em Radiologia. Ela está fazendo um projeto de pesquisa na University College of Applied Sciences (HiOA), Noruega.

.............................................................................................................................................................................................

 

 

Primeiros dias

 

As primeiras duas semanas foram de adaptação, principalmente por causa do clima e do fuso. O país é maravilhoso, cheio de coisas modernas e pessoas gentis. Mas, os preços assustam para caramba! Apesar de já esperar, foi bem chocante nos primeiros dias ir no mercado.

Duas colegas de curso, que inicialmente seríamos um trio na pesquisa, me mostraram a faculdade e me ajudaram em outras questões burocráticas como troca de dinheiro, agendamento com a polícia para receber meu cartão de residência temporária, e exame de tuberculose (obrigatório para quem vem do Brasil e vai ficar por mais tempo).

A acomodação é muito boa! Meu quarto é espaçoso e arejado. Divido o “apartamento” com 5 outras pessoas (duas alemãs, um eslovaco, uma canadense e um russo)

 

Andamento do projeto

 

Tudo indo bem até agora. Já fiz toda a parte prática (simulações de doses de países com o phantom) além de alguns cálculos relacionados a qualidade de imagem e dose. No momento estou em processo de análise dos dados.

 

Apesar disso, escrever tem sido um desafio gigante. Da última vez que conversamos eu e minha orientadora, entendi o seguinte: uma comparação da dose absorvida, usando protocolos de vários países, entre equipamentos muito novos e novos. Isso colocando em termos de Brasil, pois aqui até o velho deles é novo.

 

Meu limite para entregar o projeto escrito é em 17 de maio, depois disso começa a preparação para a apresentação oral.

 

Geral

 

Muito feliz e grata pela oportunidade de estar aqui! Tenho caminhado muito pela cidade e explorado cada cantinho que posso, em especial agora que as temperaturas não tem sido tão baixas (tem ficado ente -1 e 5 graus). Fiquei muito feliz de ver a neve também! Foi incrível.

 

 

 

 

 

 

BLOG DOS INTERCAMBISTAS

Relato da Débora | Intercambista do Propicie 13

BLOG DOS INTERCAMBISTAS Data de Publicação: 26 mar 2018 10:18 Data de Atualização: 13 apr 2018 12:51

Oi, pessoal!

Acompanhem hoje o relato da aluna Débora Eloise Sperandio, do curso superior de tecnologia em Design de Produto do Câmpus Florianópolis.

..................................................................................................................................................................

Com passagens compradas para o dia 10, sai de Florianópolis por volta das 11:40 da manhã com destino à São Paulo, de lá para Madri e posteriormente para o Porto. Meus voos foram muito tranquilos, e, por sorte, acredito eu, não houve nenhum inconveniente quanto a problemas com a companhia aérea ou com as demais pessoas.

Cheguei no aeroporto do Porto no dia 11 às 8:40 da manhã, onde pude pegar minha mala (cheia de fitilhos coloridos e fácil de identificar graças a minha mãe) e pedir um Uber para o apartamento alugado na freguesia de Paranhos. Me encontrei com minha atual rommie, a Samantha (que se encontra aqui do meu lado no momento), que chegou no dia 9 e já estava a par das regras do apartamento e pôde me explicar os encaminhamentos. O apartamento é bem acolhedor e dividimos o espaço com mais três pessoas. Como não estava cansada, começamos nossas andanças pela cidade ao sair para comprar alguns itens que faltavam no quarto, além de mantimentos para os armários e geladeira.

O dia seguinte foi reservado para resolver algumas burocracias: me dirigi ao SEF (Serviço de Estrangeiros e Fronteiras) para dar meu pedido de entrada, já que passei pela imigração em um país diferente do meu destino final, e, novamente, o atendimento foi tranquilo e resolvido rapidamente.

Nos dirigimos ao Instituto Politécnico do Porto então, para avisar às Relações Externas que já nos encontrávamos no Porto. Acabamos passando por alguns pontos turísticos no caminho, como a Casa da Música e a Rotunda da Boavista, conhecemos também o centro, vários shoppings, praças e igrejas.

Diferente das identificações de estudante do Brasil, a do IPP é feita através de um banco, já que tal cartão pode, opcionalmente, ter a função de conta bancária e ser um cartão de débito também, então, durante o terceiro dia, fomos até o banco para dar entrada e passamos novamente no Instituto para buscar nossas declarações de matrícula. Estas declarações são obrigatórias para fazer o cartão de transporte, conhecido como Andante, que dá acesso aos metros (leia-se métros,como aqui falam) e ônibus da cidades. Nos outros dias, ficamos transitando entre o centro e o ISEP, onde acompanhei a Samantha e conheci o prédio do Porto Design Factory e alguns dos intercambistas do PROPICIE.

Meu mentor de projeto é o conhecido Carlos Ramos, que me respondeu aos e-mails e foi bem solicito ao dizer que me apresentaria um professor da área do Design para me auxiliar durante o projeto. Ficamos de marcar uma reunião esta semana, entretanto, não obtive mais respostas e acabamos não nos encontrando. Semana que vem teremos um jantar de integração, acredito que poderei conversar melhor com ele durante este momento.

Assim, estou usando estes dias para resolver questões da casa, demais demandas do IPP e algumas pendências que deixei do meu curso e bolsa de pesquisa do IFSC. No mais, fiz um vídeo e coloquei no youtube para vocês verem um pouquinho do meu caminho até aqui.

BLOG DOS INTERCAMBISTAS

Relato dos Alunos Willian e Eduardo | Intercambistas do Propicie 13

BLOG DOS INTERCAMBISTAS Data de Publicação: 05 apr 2018 15:17 Data de Atualização: 06 apr 2018 09:52

"Um sonho realizado" (...) 

Acompanhem hoje o relato dos alunos Willian e Eduardo, do curso de superior em Ciência da Computação do Câmpus Lages. Eles estão participando de um projeto de pesquisa na universidade HAMK Häme University of Applied Sciences - Finlândia. 

..................................................................................................................................................................................................................

 

Então tudo se iniciou quando recebemos a notícia que fomos contemplados, e juntos! Era a terceira vez que tentávamos passar no edital, e em todas as vezes nos apoiávamos e torcíamos juntos para que fosse possível que ambos conseguissem a oportunidade. Eis então que a oportunidade chegou, um dos maiores sonhos de ambos se concretizou. Deste momento até o dia da viagem vieram muitas coisas a planejar, passaportes, compra de passagens, noites sem dormir, ansiedade, felicidade.

 

Então o grande dia chega, o dia em que andaríamos de avião pela primeira vez. No inicio quando o avião decolou confesso que deu um frio na barriga e bastante receio, finalmente estava caindo a ficha. Dia 11 de Março, 17h30, fomos de Floripa para São Paulo, nos surpreendemos com a velocidade com a qual o avião levou para chegar ao destino, cerca de 40 minutos. Em São Paulo esperamos um tempo, comemos, e tranquilamente embarcamos para Londres. Mais umas 3 horas de espera, pegamos mais um avião para chegar enfim a Finlândia. Pouco antes do pouso já conseguíamos observar tudo coberto de branco, um dos momentos mais marcantes da viagem, sensação de alívio e felicidade descreveram esse momento. Após algumas dificuldades e situações engraçadas, como entrar na primeira classe do trem sem querer, finalmente chegamos a cidade, onde o nosso coordenador de projeto estava nos esperando.

 

No decorrer da primeira semana foram só adaptações, conhecemos a sala de pesquisa como alguns colegas, todos finlandeses. Após mostrar alguns vídeos de curiosidades gerais e geográficas da Finlândia com toda a equipe, fomos almoçar. Confesso que esperávamos mais do almoço finlandês, mas como dizem é difícil comida melhor que a brasileira. Então o Joni nos mostrou a universidade mais de perto. Uma estrutura fenomenal, computadores de última geração, dois monitores para todos os alunos, prédios separados por curso, ginásio de esportes e tudo mais. Após, ele nos levou para conhecer alguns dos principais pontos turísticos de Hämeenlinna. Fomos ao parque Aulanko, um parque e reserva natural muito lindo, cercado por árvores e até o momento também por neve. Neste mesmo dia demos uma rápida passada no museu de tanques, onde estavam inúmeros tanques de guerra alemães da segunda guerra mundial, estava também fechado, mas pudemos observar os que estavam ao lado de fora, muito surreal, eram de vários tamanhos e todos com marcas de guerra. Então após essa etapa de reconhecimento o Joni nos explicou que a partir dos próximos dias precisaríamos ir a universidade e estabelecer a rotina por nós mesmos.

 

Toda essa experiência tem nos ajudado a cada vez mais correr atrás dos nossos objetivos, aprender, conhecer novas pessoas e culturas, fazer novas amizades e olhar o mundo de uma forma diferente.

 

 

 

 

 

BLOG DOS INTERCAMBISTAS