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Alunos criam instalações artísticas sobre períodos históricos

CÂMPUS ITAJAÍ Data de Publicação: 20 jul 2018 09:53 Data de Atualização: 24 jul 2018 11:35

O que diferencia a Arte da Pré-história da História Antiga, Idade Média, Contemporânea ou Moderna? Durante o primeiro semestre, nas aulas de Artes. os alunos das fases iniciais dos cursos técnicos integrados em Mecânica e em Recursos Pesqueiros do Câmpus Itajaí tiveram o desafio de estudar essas concepções artísticas e criar instalações que pudessem representar os diferentes períodos históricos.

Ao todo foram dez trabalhos e cada grupo usou uma parte da estrutura do câmpus para montar a sua instalação. Nas paredes do hall, estavam os painéis sobre a Arte na Pré-história na Europa e no Brasil. Os alunos buscaram retratar desenhos encontrados na caverna de Altamira, na Espanha, na Serra da Capivara, no Piauí, e sambaquis, que eram confeccionados com ossos e conchas de moluscos. “Essa é uma forma de aprendizado amplo. Antes eu via a arte na Pré-história como algo supérfluo e mudei a minha concepção”, explica o aluno do curso técnico integrado em Mecânica, João Pedro Cruz, integrante de uma das equipes responsáveis por retratar a Pré-história.

Em uma das escadas do câmpus, foi possível conhecer um pouco mais da Arte na Idade Antiga. Os alunos criaram maquetes para representar as pirâmides no Egito, os jardins suspensos na Babilônia, a acrópole em Atenas e o coliseu em Roma. Além de criar a instalação, os alunos precisavam apresentar os trabalhos e explicar o que diferenciava a arte em cada um desses momentos. Assim, era possível entender a lei da frontalidade utilizada pelos egípcios para representar a figura humana ou mesmo compreender as diferentes concepções de construção no Egito e na Grécia. Enquanto as pirâmides retratavam a hierarquia da sociedade, a acrópole buscava representar a noção de antropocentrismo e de democracia. “Eu gostei da proposta porque permite que quem passe pelo Câmpus conheça um pouco mais de cada um desses períodos. Para fazer a instalação precisamos estudar muito”, explica o aluno Rodrigo Duque, do curso técnico integrado em Mecânica e membro de uma das equipes sobre História Antiga.

Além das instalações, cada grupo precisou fazer um estudo de imagens sobre a arte no momento histórico trabalhado e apresentar para a turma em sala de aula. Eles foram avaliados em grupo pelas apresentações e pela criatividade e cada equipe teve o desafio de escolher como a nota seria dividida entre os membros, o que deu mais autonomia ao grupo. “Eles estão em cinco em cada equipe. Digamos que eles sejam avaliados com 40 pontos: eles terão que dividir a nota entre eles levando em consideração quem trabalhou mais ou menos em cada grupo”, explica a professora Rita Peixe, responsável pela atividade.

CÂMPUS ITAJAÍ