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Câmpus Criciúma promove ações no Setembro Amarelo

CÂMPUS CRICIÚMA Data de Publicação: 10 set 2019 14:41 Data de Atualização: 10 set 2019 15:04
Câmpus Criciúma promove ações no Setembro Amarelo

Durante todo o mês de setembro, o Câmpus Criciúma realiza atividades referentes ao mês de prevenção ao suicídio. O Setembro Amarelo, como é conhecido, é um movimento criado através da parceria entre o Centro de Valorização da Vida (CVV), o Conselho Federal de Medicina (CFM) e a Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP), com a intenção de conscientizar pessoas sobre a prevenção ao suicídio.

No Câmpus Criciúma, as atividades começam quinta-feira (12), com uma oficina de meditação ministrada pela professora de ioga e educação física, Márcia Silva. O exercício irá acontecer no horário do intervalo, das 12h30 às 13h30 e conta com 20 vagas. 

No dia 25 será realizada uma roda de conversa dos servidores com a psiquiatra Ritele Hernandez da Silva, formada pela Universidade Federal de Pelotas (UFPel), mestre em Ciências da Saúde pela Universidade do Extremo Sul Catarinense (Unesc) e doutoranda também pela Unesc. Atualmente trabalha como perita da Secretaria de Administração de Santa Catarina e psiquiatra no Instituto de Neurociências Dr. João Quevedo.

Já no dia 26, o IFSC receberá o psicólogo do Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) de Criciúma, Deivid Douglas Carvalho, para uma roda de conversa aberta a público que tem como tema “Falando abertamente sobre suicídio”. Este encontro, em específico, se trata de uma das atividades que são desenvolvidas ao longo do ano pela Comissão de Direitos Humanos do Câmpus Criciúma.

As ações do mês de prevenção ao suicídio no IFSC se encerram no dia 1º de outubro, com a palestra da jornalista e escritora Vanessa Bencz. Vanessa já possui mais de 1500 palestras em sua bagagem, é reconhecida nacionalmente por veículos como a Revista Época e o jornal O Globo  e chega ao Câmpus para uma discussão sobre os temas “bullying, depressão e suicídio”.

“Já fiz mais de 1500 palestras e amo de paixão isso. Quanto mais o tempo passa, mais vejo o quanto é importante falar disso. Os estudantes estão sem referência, sem apoio psicológico e os professores são desvalorizados e ridicularizados, o que é triste. Por isso gosto de dar essa força para a comunidade educacional”, afirma Vanessa. 

Ela ressalta também a importância de levar assuntos como bullying e suicídio para dentro das escolas, ainda que eles acabem gerando muitas vezes um certo desconforto. “Por mais que seja difícil falar sobre tudo isso e por mais que sociedade não queira falar sobre, é totalmente importante colocar luz nesses temas. Eles são um problema grave de saúde pública, e a gente tem a mania de jogar essas coisas para debaixo do tapete”, conclui.

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