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Pesquisa quer conhecer perfil do consumidor de bebidas produzidas com goiaba serrana

PESQUISA Data de Publicação: 08 set 2020 15:49 Data de Atualização: 28 set 2020 19:28

Conhecer o perfil de possíveis consumidores de bebidas elaboradas com goiaba serrana é fundamental para definir composições e estratégias tecnológicas que irão interferir diretamente nas características dos produtos que estão sendo desenvolvidos e avaliados em pesquisas conduzidas no campus Urupema. Esse é o objetivo principal do trabalho "Desenvolvimento de espumante natural a partir de goiaba serrana e maçã cultivadas na Serra Catarinense", desenvolvido pela coordenadora do curso de Pós-graduação em Tecnologia de Bebidas Alcoólicas e professora curso Superior de Tecnologia em Alimentos, Giliani Veloso Sartori.

E para mapear o perfil desse consumidor e identificar o mercado, está no ar até quarta-feira (9) um formulário dirigido a consumidores de bebidas alcoólicas e não alcoólicas da região sul do Brasil que apreciam a fruta. 

Giliani destaca que a goiaba serrana é uma fruta nativa brasileira, encontrada naturalmente na região serrana dos Estados do Sul do país, mas que ainda é pouco explorada e conhecida, apesar das suas intensas propriedades organolépticas e medicinais. “A goiaba serrana é uma fruta de imenso potencial tecnológico para o desenvolvimento de diversos produtos, especialmente bebidas, foco das pesquisas no campus Urupema”, ressalta a docente.

Segundo ela, alguns produtos já vêm sendo estudados e desenvolvidos e passarão por análises sensoriais no retorno às atividades presenciais. A iniciativa é do grupo de pesquisa do CNPq "Inovação e desenvolvimento de alimentos e bebidas na região serrana de Santa Catarina". Ela conta que esta pesquisa de mercado faz parte do projeto de pesquisa, aprovado no Edital Universal do IFSC nº 02/2019/Proppi.

O Câmpus Urupema se destaca por cursos técnicos, graduação e pós-graduação, além de qualificação profissional relacionados à tecnologia de bebidas, envolvendo servidores e alunos em suas pesquisas. 

Além de Giliani, participam da pesquisa a professora Ana Carolina Moura de Sena Aquino e a discente do curso Superior em Viticultura e Enologia, Milena de Sousa Tomaz (bolsista do projeto). 

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