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Estudantes do Câmpus Criciúma se destacam na Olimpíada Brasileira de Astronomia

ENSINO Data de Publicação: 11 out 2019 17:00 Data de Atualização: 11 out 2019 17:04
Estudantes do Câmpus Criciúma se destacam na Olimpíada Brasileira de Astronomia
Estudantes receberam medalhas e certificados de participação | Foto: Paulo Vitor Monteiro

Estudantes dos cursos de ensino médio técnico do Câmpus Criciúma do IFSC receberam nesta quinta (10) os certificados de participação na 22ª edição da Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA). E também medalhas, é claro: duas de ouro, uma de prata e uma de bronze.

A OBA é realizada todos os anos, pela Sociedade Astronômica Brasileira (SAB) em parceria com a Agência Espacial Brasileira (AEB), com a participação de estudantes de ensino fundamental e ensino médio de todo o país. O objetivo é estimular o interesse dos jovens pela Astronomia, Astronáutica e ciências afins. A competição consiste em uma prova, com dez questões de astronomia e três de astronáutica, que foi aplicada em maio deste ano.

Estudantes do segundo ano do curso técnico em Mecatrônica, Luiz Gustavo Fernandes e Lucas Westfal conquistaram a medalha de ouro. Carlos Eduardo dos Santos ficou com a prata e Nicole dos Santos, com o bronze. Luiz Gustavo não só recebeu a medalha de ouro: acertou todas as questões da prova.

O interesse pela Astronomia vem desde o ensino fundamental. Os medalhistas costumam participar da Olimpíada e já haviam conquistado medalhas em edições anteriores.

“Eu sempre gostei de Astronomia, mas fui conhecer Astronomia como ciência em si pela primeira vez quando me deparei com a Olimpíada. Foi aí que eu comecei a estudar para a prova, e me interessei quando estava no fundamental. Fiz no sétimo ano a prova pela primeira vez, gostei e acabei me interessando mais e foi aí que criamos um grupo de estudo, eu e a Nicole, pra estudarmos Astronomia juntos”, diz conta Luiz.

“No ensino fundamental eu era muito apaixonada por Astronomia: ficava vendo filmes, documentários e estudava por conta própria. No oitavo ano eu conheci a OBA e acabei ganhando dois anos consecutivos a medalha. Quando entrei no IFSC foi aquele baque, muito conteúdo para estudar e tudo mais, então acabou que no meu primeiro ano aqui eu não ganhei medalha. É bom voltar a ganhar, ainda mais quando é sobre algo que eu gosto bastante”, diz Nicole.

Professor de Física do Câmpus Criciúma, Orlando Gonnelli destaca o mérito pessoal dos estudantes, que precisam estudar por conta própria. “Eles são alunos que naturalmente possuem uma facilidade com as exatas. Levando em consideração que eles não têm nada no curso focado exatamente em Astronomia e que muitas coisas dessas áreas não estão na grade de Física, eles acabaram se saindo muito superiores do que a maioria”, explica o professor.

Luiz Gustavo e o professor Orlando devem participar, em dezembro, da 16a Jornada Espacial, que irá acontecer em São José dos Campos (SP). Na oportunidade, eles irão conhecer o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), o Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA), o Memorial Aeroespacial Brasileiro (MAB), o Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) e o Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE), além de assistirem a palestras com especialistas em foguetes, satélites, astronomia e outros temas.

ENSINO CÂMPUS CRICIÚMA

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