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Pelo segundo ano consecutivo, estudantes de Design são finalistas do Brasil Design Award

ENSINO Data de Publicação: 09 nov 2022 10:50 Data de Atualização: 11 nov 2022 16:22

Após serem premiados com troféu do Júri Popular na edição de 2021 do Brasil Design Award com o Aplicativo Amor de Óleo, os estudantes Kelven Carvalho e Noelle Atkienson Ornelas, do curso Superior de Tecnologia em Design de Produto do Instituto Federal de Santa Catarina (IFSC), Câmpus Florianópolis, com orientação dos professores Jucelia Giacomini e Ulisses Caetano, são novamente finalistas do Brasil Design Award. 

Com o projeto do Aplicativo Moobe: Cidades Acessíveis, a dupla concorre em três categorias da premiação nacional: Design Digital, Design de Serviço e Design Social.

O projeto acadêmico, que teve parceria com a Associação Surf Sem Fronteiras, ”foi desenvolvido para ser uma experiência completa de acessibilidade nas cidades, promovendo o acesso ao turismo, esporte, lazer e serviços para Pessoas com Deficiência (PcDs). Com o objetivo de impulsionar a independência de PcDs na exploração de locais nas cidades, o aplicativo possibilita encontrar informações sobre os locais que oferecem uma infraestrutura adequada e acessível, além de compartilhar, através da integração com o transporte público, a rota acessível até esses locais por meio de um mapa interativo ou por meio de um sistema guiado por voz artificial”, explicam Kelven e Noelle.

Além das categorias de Júri Técnico, os estudantes concorrem também na categoria Voto Popular, em que o público poderá votar em seus projetos favoritos. Para votar é só acessar os links abaixo, clicar em “Votar neste projeto”, inserir seu e-mail e enviar.

Design de Serviço

Design Digital

Design Social

Os resultados do Brasil Design Award serão divulgados em cerimônia presencial no Centro Histórico de São Paulo, dia 5 de dezembro, e os estudantes já confirmaram presença para representar Santa Catarina e o IFSC na premiação.

“As pessoas com deficiência geralmente são excluídas dos lugares, muitas vezes não tem rampa, não tem elevador, sequer um corrimão ou uma distância mínima de circulação nos mais variados lugares. Tem rota de ônibus que não tem acessibilidade e se olharmos os parques, praças, locais turísticos e até universidades, a maioria desses locais não atendem todas as pessoas. Nós criamos esse projeto como um apelo para todos que possuam um estabelecimento e também para a gestão pública, de modo que pensem em todas as pessoas e diminuam a exclusão. Nem tudo é sobre estética, às vezes as pessoas só precisam do direito de ir e vir de forma acessível e facilitada e isso é muito mais bonito!”, destacam os autores.

ENSINO CÂMPUS FLORIANÓPOLIS

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