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Em obras: Câmpus Criciúma passa por melhorias na estrutura física

INSTITUCIONAL Data de Publicação: 15 jun 2020 09:41 Data de Atualização: 15 jun 2020 10:15

O Instituto Federal de Santa Catarina (IFSC) está sem atividades presenciais desde o dia 17 de março, em razão da pandemia do novo coronavírus. Em sua mais recente decisão, o Conselho Superior (Consup) estendeu esta situação até o dia 31 de julho. Isso não quer dizer que o IFSC esteja parado. O calendário acadêmico continua em vigor com a realização de atividades não presenciais e a área administrativa segue funcionando remotamente. Além disso, no Câmpus Criciúma uma série de obras de reparo estão sendo realizadas, de forma a otimizar o período em que salas de aulas, corredores e áreas comuns não estejam ocupadas pelos estudantes.

“Neste ano, no dia 29 de novembro, o Câmpus Criciúma completa dez anos de atividades e, por isso, algumas obras são necessárias para a manutenção da estrutura, desde uma intervenção maior como a pintura dos blocos até ações preventivas de manutenção de pingadeiras e calhas. Como estamos em atividades remotas, estas atividades podem ser mais bem encaminhadas agora, pois assim minimizamos os transtornos que eventualmente causariam à rotina da comunidade acadêmica. Isso também aumenta nossa expectativa para o momento em que estaremos preparados para voltar às atividades presencias e rever o Câmpus ainda mais bonito”, afirma o diretor-geral do Câmpus Criciúma, Daniel Comin.

Neste momento, há diferentes ações em andamento ou em fase de projeto no Câmpus Criciúma, processos iniciados pela gestão anterior e que seguem normalmente após a troca de gestão. A retomada das obras foi autorizada pelo governo de Santa Catarina no final de março.

Novo bloco

A principal delas é a finalização do Bloco D, que deve ser entregue nas próximas semanas. Com uma área de aproximadamente 1,3 mil metros quadrados, o novo bloco possui dois pavimentos e dez salas de aula, que garantirão espaço adequado para a entrada de novas turmas dos cursos já existentes e também para a oferta de novos cursos. A capacidade do novo bloco é de até 500 estudantes por turno.

Iniciada em fevereiro de 2018, ainda na gestão do professor Lucas Dominguini, a obra foi interrompida por problemas da empresa contratada inicialmente, e retomada no final de 2019 pela empresa Camilo & Ghisi. O investimento total para a construção do novo bloco foi de R$ 2,5 milhões, com recursos de uma emenda parlamentar do então deputado federal Jorge Boeira e da Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica (Setec) do Ministério da Educação, com indicação do então deputado Ronaldo Benedet. O mobiliário foi adquirido com recursos do Câmpus Criciúma e do IFSC.

Outras ações

Além da finalização do novo bloco, empresas terceirizadas estão neste momento finalizando a colocação de piso, contrapiso e rodapés na entrada do Câmpus, em uma das escadas do estacionamento, na escada e na rampa que dão acesso à fábrica e ao Bloco D. O recurso para o serviço é de R$ 21,5 mil.

Também está em andamento o trabalho de pintura da fachada e das áreas internas do Câmpus. O valor investido é de R$ 243,5 mil. O serviço foi interrompido, mas o Departamento de Administração (DAM) trabalha para a retomada imediata da pintura, aproveitando o momento em que não há atividades presenciais no Câmpus. Está previsto ainda um trabalho de pavimentação no entorno do Bloco D, no valor de R$ 114,9 mil.

Além dos trabalhos em andamento, há outras ações em fase de contratação ou projeto. Com a liberação do pregão para a contratação de empresa para execução de serviços de eletricista, encanador e manutenção geral, algumas demandas mais urgentes já foram definidas pelo Câmpus. Em outra frente, estão sendo executados os pregões para manutenção predial e jardinagem, ambos ainda em fase de esclarecimentos e ajustes da planilha de custos e formação de preços.

Também deve ser executado o projeto de arquitetura e acessibilidade para a frente do Câmpus e, posteriormente, a obra em si, estimada em R$ 300 mil, com recursos de emenda parlamentar do deputado Ricardo Guidi.

“Estamos na expectativa para a finalização da obra do Bloco D nos próximos dias. Faltam pequenos detalhes. Nossa próxima grande obra será a urbanização no entorno do Câmpus. Uma demanda antiga de toda comunidade acadêmica que se faz necessária pelos vários conflitos de uso. Será uma obra que qualificará aquele espaço, organizará o acesso do Câmpus e garantirá melhor segurança à comunidade acadêmica”, explica Daniel Comin.

CÂMPUS CRICIÚMA INSTITUCIONAL

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