Intercâmbio #5 - Aluna do Ensino Médio, Maria Flor conta sua experiência em Portugal

INTERNACIONAL Data de Publicação: 27 abr 2026 14:45 Data de Atualização: 22 mai 2026 11:29

Maria Flor Melo Maia, aluna do curso técnico integrado em Química do Câmpus Florianópolis do IFSC, está vivendo em Portugal uma experiência que, segundo ela, reúne formação, pesquisa e amadurecimento pessoal. No quinto episódio da Série Intercâmbio, a estudante que participa do programa Propicie, no Instituto Politécnico de Beja, conta sua rotina. Natural de Aracaju, Sergipe, Maria Flor contou que se mudou para Florianópolis em 2022 em busca de melhores oportunidades de ensino e que, ainda naquele ano, conseguiu ingressar no IFSC. Ela afirmou que o desejo de fazer intercâmbio nasceu cedo e que o programa internacional da instituição ajudou a transformar esse sonho em realidade. “Desde pequena, eu sempre quis morar em outro país, fazer um intercâmbio, porque é um sonho mesmo meu”, disse.

A estudante destacou o apoio da família para a viagem, embora a decisão tenha sido acompanhada de preocupação. “Meus pais sempre me apoiam no que eu decido fazer, ter esse apoio deles foi muito importante”, afirmou. Maria Flor também lembrou que completou 18 anos já em Portugal e precisou se emancipar antes de embarcar. Ao falar da chegada ao país, ela descreveu a experiência como intensa e marcante. “No momento que eu cheguei, eu não tava acreditando que eu tava aqui, na verdade”, relatou. Segundo a intercambista, o primeiro impacto foi de tensão, mas a sensação logo deu lugar à alegria por ter conseguido superar o desafio da viagem e se adaptar ao novo ambiente.

No Instituto Politécnico de Beja, Maria Flor integra o projeto “Áries de Beja”, voltado ao monitoramento do ar na cidade. Ela explicou que a iniciativa utiliza sensores e um amostrador de partículas para identificar poluentes, umidade e outros elementos presentes na atmosfera. A aluna afirmou que o trabalho tem ampliado seu aprendizado porque envolve áreas distintas, como química, informática e análise de dados. “Isso é uma coisa muito nova”, disse, ao comentar a rotina no projeto. Para ela, a vivência tem sido importante para abrir horizontes e mostrar que a pesquisa científica vai muito além do que aprendeu até aqui no ensino técnico.

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