Intercâmbio #3 - Maria Eduarda Gonçalves relata vivência em Portugal

INSTITUCIONAL Data de Publicação: 16 abr 2026 14:49 Data de Atualização: 17 abr 2026 09:01

Sair da zona de conforto, cruzar o oceano e mergulhar no universo da pesquisa aplicada. Essa é a realidade atual de Maria Eduarda Gonçalves, aluna do curso de Engenharia Civil do Câmpus Florianópolis do Instituto Federal de Santa Catarina (IFSC). Desde o início de fevereiro, ela está em Portugal realizando um intercâmbio no Instituto Politécnico de Setúbal, por meio do edital do Programa de Cooperação Internacional para estudantes do IFSC (Propicie).

A aluna foi a personagem do terceiro episódio da Série Intercâmbio, que conversa com os estudantes que estão em experiência fora do país. Natural de Florianópolis e criada no município vizinho de Paulo Lopes, Maria Eduarda conheceu o IFSC ainda no Ensino Médio, quando cursou o Técnico Integrado em Eletrotécnica. O vínculo com o instituto foi fundamental para que ela desse o próximo passo acadêmico. "Eu nunca imaginei cursar engenharia, por achar que era muito difícil, por achar que não era o meu lugar. Mas fazendo o técnico, mesmo não sendo a mesma área, o IFSC me abriu esse olhar. Então o IFSC na minha vida foi essencial, eu jamais trocaria essas experiências que eu tive ali dentro", relembra a estudante.

Em Portugal, a estudante tem se dedicado à área de materiais, trabalhando em um projeto focado no desenvolvimento de argamassas sustentáveis, utilizando cinzas de queima de biomassa de eucalipto. Foi a primeira vez que a aluna teve contato direto com a pesquisa científica avançada. Embora a experiência no laboratório europeu tenha sido enriquecedora e aberto novas perspectivas sobre a engenharia, o intercâmbio também serviu para que ela tivesse certeza sobre os caminhos que deseja trilhar no futuro. "Fiz o intercâmbio para ver realmente se era isso que eu queria ou não, mas eu acho que eu prefiro me inserir no mercado de trabalho. Trabalhar com esses materiais e ter experiência com outros professores e técnicos me abriu mais uma visão de outras disciplinas, mas eu não quero seguir na vida acadêmica", pondera Maria Eduarda.

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