Intercambista decide fazer sua graduação em Portugal

BLOG DOS INTERCAMBISTAS Data de Publicação: 13 nov 2020 10:16 Data de Atualização: 13 nov 2020 10:53

Em 2018, Karina Santos Silvério nunca tinha viajado para fora do País. A então aluna do curso técnico em Biotecnologia do Câmpus Lages decidiu tentar uma vaga no Programa de Cooperação Internacional para estudantes do IFSC (Propicie) e conquistou a oportunidade de realizar um projeto de pesquisa no Instituto Politécnico de Beja (IPBeja).  Ela gostou tanto da experiência que decidiu continuar em Portugal para cursar graduação em Tecnologias Bioanalíticas no IPBeja.

-> Assista à live feita com intercambistas do IFSC em que a Karina também participou

Conversamos com a Karina para conhecer melhor a sua trajetória no IFSC, sua experiência de intercâmbio e como está sua vida no exterior neste momento. Veja o seu relato:

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Conhecendo o IFSC

A minha história no IFSC começou em uma fase de incerteza na minha vida. Eu havia sido selecionada para uma bolsa do Prouni para Engenharia Química, porém, quando foi feita a análise salarial, eu perdi por ter passado em torno de R$30,00. Eu havia recém começado a trabalhar na minha área depois de me formar no técnico em Química e tinha feito muita hora extra naquele mês e, como o salário conta pelo bruto, eu acabei perdendo a bolsa. Foi muito frustrante!

Eu sempre fui uma pessoa que gosta muito de estudar, tem paixão pelo conhecimento e também sempre fui muito curiosa no que diz respeito à ciência e a vida. Perder aquela bolsa foi ter que encarar seis meses naquela rotina de trabalhar e ir para casa, o que sempre foi algo angustiante para mim, pois não estava aprendendo algo novo e minha vida acadêmica ficou parada.

Neste período, eu decidi estudar para concurso público e, por acaso, descobri o IFSC Câmpus Lages. Eu sabia que era uma instituição pública, mas não fazia ideia do que realmente era. Então comecei a pesquisar mais sobre e descobri que o IFSC oferecia um curso técnico gratuito de Biotecnologia e pensei comigo: “Melhor fazer outro técnico do que ficar só em casa, sem estudar”. Decidido isso, eu me deparei com uma antiga crença que dizia que somente as pessoas que estudavam em escola particular conseguiriam passar em uma instituição pública de ensino. Ou a pessoa estudava em escola particular ou era mesmo muito dedicada aos estudos - o que não era o meu caso já que eu só tinha o período da noite porque trabalhava o dia todo.

No dia do exame de classificação, eu estava muito nervosa e não achei que fosse passar… mas, para minha surpresa, eu recebi um e-mail dias depois me informando que eu havia sido classificada para cursar Biotecnologia. Eu não fazia ideia do que me aguardava, mas fiquei muito feliz e entusiasmada.

Chegando lá, foi amor à primeira vista! Logo nos primeiros dias, eu já me apaixonei pela instituição. Fiquei impressionada com a qualidade do ensino, com a qualificação dos professores e sua simpatia e energia em sala de aula e também com os servidores do câmpus que se mostravam sempre tão prestativos e preocupados com o bem estar dos alunos.

E assim foram os próximos dois anos: todos os dias eu saía de Otacílio Costa, ia para a Palmeira trabalhar e de lá mesmo eu ia para Lages depois das 18h para estudar. Este percurso dava em torno de 30km todos os dias, mas nunca foi um peso, muito pelo contrário. Houve dias em que eu tinha dias péssimos no trabalho e, quando chegava no câmpus, os professores, os amigos e todo aquele ambiente me transmitiam uma energia tão boa que transformava meu dia e eu terminava indo pra casa muito mais tranquila.

O que começou com uma frustração e incerteza terminou na melhor decisão que eu já tomei na vida. Costumo dizer que minha vida se divide no antes e depois do IFSC. Me formei em 2018. 

Oportunidade de intercâmbio

Para além de todo conhecimento adquirido durante o curso e também a ampliação da minha visão de mundo, eu tive a sorte de ser contemplada com a bolsa de intercâmbio do IFSC no último semestre do curso.

O projeto que eu fui selecionada foi o “aplicações da agrometeorologia às culturas mediterrânicas”. Inicialmente eu havia concorrido para um outro projeto na cidade do Porto, mas depois eu fui remanejada para este projeto aqui no Instituto Politécnico de Beja.

Eu decidi fazer o Propicie porque já fazia quase três anos que eu estava trabalhando e não estava realizada na empresa em que eu estava, me via sem perspectiva de crescimento e, por isso, queria tentar algo novo. A princípio, o que eu queria era passar em algum concurso público.

Eu sempre quis fazer intercâmbio, mas via isso como algo muito distante, muito fora da minha realidade. Mesmo assim, resolvi tentar no último dia de inscrição, no último instante. Faltando poucos minutos para meia-noite, consegui submeter a minha candidatura. Foi um sufoco por vários empecilhos no meio do caminho, mas no final deu tudo certo.

Eu tinha 22 anos, nunca tinha viajado para fora do país antes e certamente foi algo que transformou a minha vida em vários sentidos. A experiência foi muito enriquecedora! Desde que cheguei aqui, morei em uma república com outros intercambistas das mais variadas nacionalidades. Entre os primeiros que conheci, estavam pessoas da Croácia, República Tcheca, Espanha, França, Polônia e, é claro, Brasil. Este contato me permitiu fazer muitos amigos e me fez conhecer mais sobre a cultura de cada país e também entender que há pontos no ser humano que são comum a qualquer cultura.  Além disso, ficou ainda mais clara a importância do inglês fluente e o quão isso é fundamental. Pela proximidade dos países aqui, é muito comum encontrar pessoas que falam até cinco línguas fluentemente, então falar inglês é mesmo o básico.

Mas eu diria que a coisa mais importante que aprendi aqui como cidadã foi aprender a valorizar o que é nosso e entender que todo país tem pontos positivos e pontos negativos. Parece óbvio, mas muitas vezes as pessoas acham que tudo que é europeu é superior ao que temos no Brasil. Talvez esse pensamento tenha um motivo histórico, mas abrir a minha mente e ampliar os meus horizontes nesta questão, com certeza, me fez crescer e ser outra pessoa.

Em termos acadêmicos, eu senti muita diferença. Aqui em Portugal é seguido um modelo de ensino tradicional muito mais metódico, onde predomina a ideia de “transmitir o conhecimento”. Diferente do IFSC, por exemplo, em que a ideia é a construção do conhecimento e as metodologias são bem mais interativas. Das duas formas você aprende, contudo, eu acho que o IFSC consegue fazer com que o aluno gaste menos tempo e esforço estudando e, acima de tudo, que o conhecimento seja realmente internalizado e entendido e não somente “memorizado”.

Inclusive, eu tive uma experiência muito interessante no início deste ano letivo em que um professor aplicou um questionário para testar quais eram os conhecimentos prévios sobre a imunologia. Eu tive imunologia no IFSC há três anos e nunca mais havia sequer ouvido falar nas suas especificidades. Mesmo assim, consegui tirar 17 sendo 20 a nota máxima. Foi uma prova de que quando o ensino é de qualidade, você nunca mais esquece.

A decisão de fazer a graduação em Portugal

Antes mesmo de terminar o Propicie, eu me matriculei no ensino superior no Instituto Politécnico de Beja no curso de Tecnologias Bioanalíticas. Esta decisão de fazer um curso superior fora do país se deu principalmente a um desejo antigo de me formar em uma graduação na área química e, curiosamente, o custo de estudar fora não era superior ao ter que fazer uma graduação em uma faculdade particular ou mesmo ter que me mudar para outra cidade e deixar de trabalhar para conseguir estudar em uma instituição pública em tempo integral.

Aqui em Beja eu estudo em tempo integral. Entretanto, há duas coisas que facilitaram a minha estadia enquanto estudante aqui em Beja. A primeira delas foi receber uma bolsa do instituto que ajudou no pagamento das mensalidades durante praticamente um ano. E a outra maneira foi ser a representante de uma das residências estudantis, ou seja, colaboro com o Instituto recebendo os novos intercambistas e tratando dos assuntos relacionados à residência e, por fazer este trabalho, eu não pago moradia.

É importante ressaltar que esta ajuda na isenção de pagamento da moradia se deu por eu ter facilitado a ponte entre o Instituto Politécnico de Beja e o IFSC em agosto de 2019. Esta ponte resultou em uma parceria sólida e hoje todos os alunos do IFSC que decidem fazer a graduação em Beja têm moradia gratuita também. ♥  É uma forma com que consegui retribuir tudo o que o IFSC me proporcionou.

Também faço parte de um projeto que acabou por mais tarde se tornar uma empresa que presta consultoria a estudantes que queiram estudar em Portugal, seja para fazer a graduação, mestrado, intercâmbio ou mesmo auxiliar na validação de diplomas. A empresa é fruto de uma parceria com o IPBeja e abrange três países: Brasil, Angola e Guiné-Bissau.

A experiência de morar no exterior

Eu moro em Portugal desde setembro de 2018 quando vim participar do Propicie e continuei por aqui para fazer a graduação. Nunca foi um objetivo sair de Santa Catarina e morar fora do país. Nunca tive esse sonho. As coisas foram simplesmente se encaminhando e acontecendo. 

Eu diria que morar fora, pelo menos por algum tempo, é algo que todos que tiverem a oportunidade deveriam tentar. É possível viajar na Europa por preços muito acessíveis. Por exemplo, Beja fica a duas horas e meia da Espanha. Este é um ponto muito positivo de estar aqui: esta possibilidade de viajar e conhecer culturas e lugares muito bonitos e interessantes. 

Contudo, preciso dizer que não é um processo fácil e maravilhoso como muitas pessoas imaginam ser. Para além da saudade de casa, dos amigos e de todos os choques culturais - que não são poucos- , ainda é preciso lidar com situações difíceis como a xenofobia de algumas pessoas que passam pelo nosso caminho. Infelizmente existe e não é algo que pensamos quando estamos prestes a fazer um intercâmbio. É importante manter a mente aberta para o novo e aprender a extrair o melhor destas situações, até porque eu encontrei também muitas pessoas maravilhosas e fiz amigos aqui e isso só foi possível mantendo a mente aberta ao novo.

A situação da pandemia também é algo que já testou e continua testando meus limites várias vezes. Sou muito grata por ter amigos e uma família tão presente na minha vida mesmo estando longe e por poder contar com pessoas que conheci aqui e que construí uma amizade muito bonita também. Mas o que eu quero dizer com tudo isso é que, apesar de toda dificuldade que encontrei, eu não tenho a menor dúvida que foi uma experiência única, enriquecedora e que me fez amadurecer muito e me tornar uma pessoa melhor e mais forte e, por isso, eu faria tudo de novo.  

Planos 

Hoje eu tenho 24 anos. Estou no último ano da graduação e pretendo continuar estudando. Provavelmente vou fazer o mestrado ainda aqui em Portugal na área de Biotecnologia ou genética. Não pretendo continuar morando em Portugal. Pretendo sim estudar e aproveitar todas as oportunidades que surgirem de forma a abrir portas para um futuro promissor. 

Apesar de sentir que meu lugar continua sendo Santa Catarina e sempre ter a sensação boa de que posso andar por todo lado e que, mesmo assim, sempre vou ter um cantinho especial que posso chamar de casa, em um mundo globalizado é importante não colocar fronteiras em seus sonhos e objetivos. A experiência de morar na Europa me fez entender o quanto não só o Brasil, mas a América do Sul como um todo tem um potencial de crescimento enorme e eu quero muito poder contribuir e preservar tudo aquilo que é nosso. 

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Novo semestre

BLOG DOS INTERCAMBISTAS Data de Publicação: 09 out 2020 11:55 Data de Atualização: 09 out 2020 12:23

Nosso intercambista Eduardo Lacerda, do curso de Engenharia Elétrica do Câmpus Florianópolis, iniciou mais um semestre no Instituto Superior de Engenharia do Porto, o ISEP, e nos mandou mais um relato.

Ele participa do nosso programa de Dupla Titulação.
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Desde o meu último relato, algumas coisas mudaram em minha experiência de intercâmbio. Neste período, mudei de moradia e agora divido o quarto com meu colega de IFSC Vitor. A mudança tem sido muito positiva pelo fato de a casa ser muito boa e já morarem aqui dois brasileiros que se tornaram nossos amigos.

Em relação à dissertação tenho tido reuniões semanais com meu orientador de modo a mostrar-lhe o que fiz e receber dicas do que posso avançar e melhorar em meu caso de estudo. O próximo semestre começou em 6 de outubro sendo as aulas teóricas realizadas online e as práticas presencialmente. Estou inscrito para duas disciplinas e espero ansiosamente pelo regresso das aulas presenciais.

No tocante ao lazer, entre os dias 18 e 27 de setembro realizei uma "Eurotrip" com meus colegas de IFSC Chayanne e Vitor por cinco países. Visitamos a Polônia, República Tcheca, Alemanha, Países Baixos e Bélgica. Foi uma experiência incrível poder conhecer cidades tão bonitas e ricas em história na companhia de amigos.

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Boas perspectivas

BLOG DOS INTERCAMBISTAS Data de Publicação: 11 set 2020 12:03 Data de Atualização: 11 set 2020 12:13

O relato de hoje é do aluno Vitor Luiz Silveira, do curso de Engenharia Elétrica do Câmpus Florianópolis, que está em Portugal onde participa do programa de Dupla Titulação no Instituto Superior de Engenharia do Porto, o ISEP.

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As férias andam a correr bem. Estou conseguindo descansar bastante e aproveitar o tempo livre. O hábito de dormir até mais tarde já se destaca, mas tudo bem, estou de férias. Neste último mês, tenho duas novidades: a mudança e os novos amigos.

Ontem, após sete meses morando na mesma casa, eu e meu colega de quarto nos mudamos para uma casa nova. Maior, mais espaçosa e arejada, bem localizada e ainda pagando menos pelo aluguel. Uma das pequenas "vantagens" que toda essa situação global atípica nos proporcionou. Isso foi bom de diversas maneiras, principalmente pela mudança de ares e nossos novos "colegas de casa" que também são brasileiros e estão nos recebendo super bem.

Neste último mês, comecei a ter mais contato com os colegas do IFSC de Lages, que também participam do programa de Dupla Titulação aqui na cidade do Porto. Não apenas colegas, mas agora amigos, já tivemos algumas confraternizações e fizemos uma pequena viagem juntos para a cidade de Santa Maria da Feira.

Acredito que a falta de contato humano nos meses de isolamento tenha sido o maior desafio de todos. Felizmente, esta mudança de ares e o maior contato com os novos amigos tem melhorado muito a vivência nos últimos tempos. Assim, as perspectivas futuras são boas. 

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Novas descobertas

BLOG DOS INTERCAMBISTAS Data de Publicação: 21 ago 2020 12:37 Data de Atualização: 21 ago 2020 12:44

O relato de hoje é do aluno Vitor Luis Silveira, do curso de Engenharia Elétrica do Câmpus Florianópolis. Ele está em Portugal onde participa do programa da Dupla Titulação no Instituto Superior de Engenharia do Porto. Depois de um semestre atípico por causa da pandemia, ele conseguiu aproveitar um pouco de suas férias.

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Com tudo que aconteceu neste último semestre e devido às limitações impostas, acabei descobrindo uma nova paixão: caminhar. Está era uma das poucas atividades ao ar livre que eu era capaz de fazer em segurança e com distanciamento social. Assim, fui cultivando este hábito aos poucos. Comecei com passeios rápidos e, quando me dei conta, já conhecia toda a região num raio de 5 km da minha casa - o que foi muito legal, porque tive a oportunidade de apreciar pequenos lugarzinhos escondidos que provavelmente não teria descoberto com a tradicional correria do cotidiano "normal". Agora, com mais liberdade, eu continuo aumentando as distâncias percorridas: 10 km; 15 km; e por aí vai.

Outro prazer que pude desfrutar aos poucos foi o de conhecer novos lugares. Na região próxima à cidade do Porto (onde moro) já pude conhecer as cidades de Guimarães, Braga e Viana do Castelo. Também pude fazer uma viagem rápida à região de Lisboa, onde conheci as cidades de Lisboa, Cascais e Sintra - sendo a última uma grande surpresa pessoal. Não estava esperando muito, mas os castelos situados em Sintra são simplesmente incríveis.

Por fim, na última semana, tive a oportunidade de fazer minha maior e mais emocionante viagem. Ao longo de nove dias conheci a cidade de Paris na França; e as cidades de Milão, Veneza e Roma na Itália. Foi uma experiência única e inesquecível que eu jamais havia pensado que poderia viver.

Com isso, posso dizer que minhas férias já começaram em grande estilo. Porém, agora pretendo ficar mais por casa e aproveitar este tempo para descansar e renovar as energias. Ainda pretendo fazer algumas viagens rápidas, para cidades próximas, mas nada tão extravagante. 

No geral tudo vem correndo bem. Houve altos e baixos ao longo destes seis meses de intercâmbio, porém todas as experiências foram igualmente válidas e enriquecedoras.

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Aproveitando o desconfinamento

BLOG DOS INTERCAMBISTAS Data de Publicação: 14 ago 2020 13:19 Data de Atualização: 14 ago 2020 13:24

Hoje o relato é do nosso aluno Vitor Luiz Silveira, do curso de Engenharia Elétrica do Câmpus Florianópolis. Ele está morando em Portugal onde participa do programa de Dupla Titulação no Instituto Superior de Engenharia do Porto, o ISEP.

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Me encontro na cidade do Porto, finalmente de férias. Agora tenho um pouco mais de tempo para descansar e aproveitar melhor a cidade sem toda aquela preocupação das aulas, trabalhos, quarentena e etc. A situação na cidade do Porto, principalmente no norte do país, já está bem melhor. Já passamos da última fase do desconfinamento e tudo se encaminha bem. Claro, as medidas de proteção e distanciamento social ainda estão em vigor por todo o país e são de total importância para se manter este constante estado de avanço.

Devido à melhora da situação, na última semana pude fazer uma viagem rápida a Lisboa. Consegui conhecer muitos pontos turísticos e locais históricos incríveis. Tive um olhar bem diferente do tradicional sobre estes locais, já que a cidade se encontrava praticamente deserta se comparado com os outros anos (estamos no verão, alta temporada do turismo). O que é bom, pois garante a segurança de todos.

Daqui pra frente pretendo seguir meus estudos sobre minha tese e na medida do possível aproveitar as férias.

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Férias depois do primeiro semestre

BLOG DOS INTERCAMBISTAS Data de Publicação: 31 jul 2020 10:56 Data de Atualização: 31 jul 2020 11:03

Atualmente, oito estudantes do IFSC seguem em Portugal onde participam do programa de Dupla Titulação no Instituto Superior de Engenharia do Porto, o ISEP. Neste programa, ao concluir o curso, o aluno obtém o grau de bacharel no Brasil e o título de mestre em Portugal.

Um desses estudantes é o Eduardo da Rosa Lacerda do curso de Engenharia Elétrica do Câmpus Florianópolis. Na última semana, terminou o semestre dele no ISEP e ele entrou de férias. 

Vejam o seu relato:
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Esta semana terminou oficialmente o semestre no ISEP e agora estou de férias. Por isso venho através deste relato contar um pouco como tem sido minha experiência.

Cheguei ao Porto e fui muito bem acolhido pela comunidade do ISEP e me senti em casa desde o começo. A adaptação a cidade e hábitos locais ocorreram naturalmente e de forma positiva. No primeiro mês, tive aulas presenciais e elas estavam ocorrendo normalmente e já estava a me habituar a diferente metodologia de ensino praticada aqui. Porém, devido ao aumento do número de casos de coronavírus na cidade vir crescendo, o IPP decidiu por suspender as aulas por uma semana de modo a decidir o melhor caminho a ser seguido no decorrer do semestre. Dessa forma foi planejada a retomada por meio de aulas on-line através plataforma Zoom - essa medida foi iniciada já na semana seguinte.

A partir daí houve o período de quarentena em que tivemos as aulas de todas as disciplinas on-line. A medida foi muito efetiva, pois o semestre foi cumprido conforme planejado e as aulas on-line continuaram com a mesma qualidade das aulas presenciais. Neste último mês, foram realizadas as provas finais das disciplinas de maneira on-line e tudo aconteceu sem incidentes. Os resultados já foram entregues e passei com ótimas notas em todas as disciplinas cursadas.

Agora o foco é aproveitar o período de férias para renovar as energias. Na última semana, visitei Lisboa, Sintra e Cascais. Na próxima, conhecerei Vigo e Santiago de Compostela. 

Apesar de todos os imprevistos, as coisas estão a funcionar bem. Tem sido uma experiência diferente do que imaginei antes de vir, porém está sendo igualmente enriquecedora. 

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Live dos intercambistas

BLOG DOS INTERCAMBISTAS Data de Publicação: 24 jul 2020 14:28 Data de Atualização: 24 jul 2020 14:38

Nesta quinta-feira (23), seis intercambistas do IFSC participaram de uma live, mediada pela assessora de Assuntos Estratégicos e Internacionais do IFSC, Fernanda Ferreira, para falar sobre sua experiência. Os estudantes comentaram sobre os desafios do intercâmbio desde o processo seletivo até a realização dos projetos e das pesquisas.

Os alunos que participaram foram:

  • - Gisele Gandin - Câmpus Florianópolis- Propicie 17
  • - Natália da Silva - Câmpus Gaspar - Propicie 17
  • - Isabelli Sasdelli Tavares - Câmpus Itajaí - Propicie 17 
  • - Karina SIlvério - Egressa do Câmpus Lages - Propicie 14
  • - Gabriel Morais - Câmpus Lages - Dupla Titulação
  • - Eduardo Lacerda - Câmpus Florianópolis - Dupla Titulação

Assista abaixo à gravação do bate-papo que foi transmitido ao vivo pelo canal do IFSC no YouTube:

 

 

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Intercâmbios suspensos

BLOG DOS INTERCAMBISTAS Data de Publicação: 10 jul 2020 13:00 Data de Atualização: 10 jul 2020 13:06

Todos nossos intercambistas desta última edição do Programa de Cooperação Internacional para estudantes do IFSC, o Propicie 17, já voltaram para o Brasil. Nos últimos meses, vocês acompanharam  por aqui os relatos deles sobre essa experiência. Atualmente, nove alunos do IFSC seguem no exterior pelo programa de Dupla Titulação no Instituto Superior de Engenharia do Porto (ISEP) em Portugal.

Infelizmente, em função da pandemia, os programa de intercâmbio do IFSC estão cancelados pelo menos até o final do ano. A Assessoria de Assuntos Estratégicos e Internacionais do IFSC, a Assint,  só irá analisar a abertura de novas vagas - tanto para o Propicie quanto para o Programa de Dupla Titulação -  no próximo ano.

Vejam aqui mais informações sobre essa suspensão.

Quando tivermos novidades que envolvam intercâmbio no IFSC, divulgaremos por aqui.

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Gratidão

BLOG DOS INTERCAMBISTAS Data de Publicação: 03 jul 2020 12:44 Data de Atualização: 03 jul 2020 12:50

A nossa aluna Isabela das Chagas Luiz, do curso técnico integrado em Mecânica do Câmpus Joinville já retornou ao Brasil depois de uma temporada em Portugal onde participou do projeto de pesquisa Smartness - pelo Propicie - no Instituto Superior de Engenharia do Porto, o ISEP. Em suas últimas semanas no exterior, conseguiu conhecer novos lugares e voltou pra cá cheia de gratidão.

Leia seu relato enviado pouco antes de voltar ao Brasil:

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Nessas últimas semanas, houve a reabertura de alguns comércios e museus, assim como uma liberação maior de saídas, o que permitiu que eu e outros alunos do intercâmbio pudéssemos sair. Visitei diversas cidades de Portugal: Coimbra, Braga, Guimarães, Lisboa, Cascais, Sintra, Aveiro, bem como a região de Porto. Todas as visitas foram limitadas, mas permitiu poder conhecer um pouco mais deste País que é menor territorialmente do que Santa Catarina.

O que gostei mais foi de perceber como cada cidade tinha um jeito diferente e único. Mesmo que cidades tão perto, a visita em cada uma se tornou excepcional. Coimbra é uma cidade universitária e foi bom ver como havia grandes prédios estudantis. Braga é onde há o Complexo do Bom Jesus, uma igreja com uma vista linda na região mais alta da cidade. Guimarães foi a cidade que permitiu a primeira visita a um castelo, além é claro, de uma foto no letreiro com os dizeres “Aqui nasceu Portugal“. Sintra foi onde pudemos visitar um segundo castelo e permitiu uma das melhores vistas panorâmicas. Aveiro, a Veneza portuguesa, estava pouco movimentada, sem as bicicletas e os moliceiros pela cidade, mas ainda sim estava linda. E na região de Porto, visitamos Póvoa de Varzim, cidade onde nasceu Eça de Queiroz, um dos principais escritores Portugueses.

Lisboa é a capital e, apesar da pandemia, estava movimentada. Conseguimos andar de bondinho (os elétricos), comer bacalhau a natas e o pastel de Belém legítimo (que, aliás, é muito gostoso), visitar vários pontos turísticos e ir a museus. Foram dois dias de visita pela cidade. Era uma cidade diferente de Porto, grande e movimentada, com arquitetura moderna mais presente do que se vê em outras cidades, assim como também era mais fácil encontrar imigrantes com diversas línguas e costumes somente andando pelas ruas da cidade. Dos pontos turísticos, o que mais me encantou foi o Padrão dos Descobrimentos, onde pude ver de perto o que tanto ouvi falar durante as aulas de história. 

Cascais foi a cidade litorânea que visitamos após Lisboa. Cascais foi uma das cidades que mais me encantou. As casas eram mais coloridas, as praias eram lindas, era tudo calmo e bonito. Visitamos alguns locais e ficamos meio dia na cidade, é uma cidade pequena, então toda a visita foi a pé.

Fiquei muito feliz de conseguir e poder visitar outros lugares além de Porto, mesmo que de maneira limitada. Portugal foi um país que eu pensava que seria lindo, mas se superou. Cada cidade tem seu toque e tem sido muito gratificante poder ver tantos lugares e se encantar de uma maneira diferente por cada um deles. Mas claro, se me perguntarem, Porto é a minha cidade preferida! Foi mesmo um amor à primeira vista.

O intercâmbio já está chegando ao fim e o sentimento de gratidão é o que mais representa toda essa experiência. Foi pelo intercâmbio que fiz diversas coisas pela primeira vez, como andar de avião e morar longe dos pais... Foi onde também pude conhecer pessoas incríveis que, com certeza, deixarão saudades e foi a prova mais concreta de que o estudo pode me levar tão longe e me proporcionar tudo isso.

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Conhecendo Portugal

BLOG DOS INTERCAMBISTAS Data de Publicação: 26 jun 2020 12:32 Data de Atualização: 26 jun 2020 12:41

A aluna Isabelli Sadelli Tavares, do curso de Engenharia Elétrica do Câmpus Itajaí, já retornou ao Brasil no início deste mês. Ela passou três meses em Porto, participando do projeto Caracterização de erros experimentais no laboratório remoto VISIR do Instituto de Engenharia do Porto, o ISEP, pelo Propicie.

Em abril, já compartilhamos um relato dela por aqui em um momento em que nossos intercambistas que estavam em Portugal precisavam ficar mais em casa por causa da pandemia. Agora compartilhamos um relato dela sobre suas últimas semanas antes de retornar para cá quando as autoridades locais permitiram a abertura de estabelecimentos e as medidas de distanciamento social foram flexibilizadas.

Leia abaixo:

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 As últimas semanas do mês de maio foram bem proveitosas. Após a abertura de museus, parques, restaurantes, comércio e o aumento da oferta dos transportes públicos, pude, enfim, conhecer um bocadinho de Portugal. Andei de comboio (trem, no Brasil) pela primeira vez! Fiquei admirada com a estrutura ferroviária do país, pois é possível chegar a muitos lugares desta forma, além do transporte ser rápido, prático e pontual. Assim, pude visitar alguns concelhos (cidades, no Brasil) próximos, como Coimbra, Braga, Guimarães e Aveiro, e também outros mais ao sul do país, como Lisboa, Cascais e Sintra.

Em Coimbra, pude conhecer a Universidade de Coimbra, uma das mais antigas universidades da Europa, o que faz a cidade ter todo um ar universitário, com fortes movimentos estudantis, grafites com tons críticos em todo lado e um patrimônio histórico arquitetônico riquíssimo, tornando-a maravilhosa.

Já em Braga o passeio se resumiu em caminhar pelo centro histórico, passando pelas principais igrejas e praças da cidade, indo até o Santuário do Bom Jesus do Monte, um conjunto arquitetônico-paisagístico localizado a uns seis quilômetros do centro da cidade, o que resultou em bastante caminhada morro acima. Porém, a vista é recompensadora e o lugar é maravilhoso, sendo um dos lugares mais lindos que já visitei na vida. Após toda a andança, provamos o famoso Bacalhau à Braga, prato típico feito com bacalhau frito, cebolas e acompanhando batatas, simplesmente maravilhoso.

Guimarães também foi um passeio cheio de histórias: bem no coração da cidade encontra-se uma das torres da antiga muralha da cidade, onde está escrito “Aqui Nasceu Portugal”, pois foi onde nasceu Dom Afonso Henrique, o primeiro rei de Portugal. Também teve no roteiro uma visita ao Castelo de Guimarães e ao Paço dos Duques de Bragança.

Não podia ficar de fora dos roteiros a capital do país, Lisboa. Lá, visitei a famosa Torre de Belém e experimentei os famosos pastéis de Belém (os pastéis de nata produzidos lá) e toda a região de Belém, que é maravilhosa. Também conheci o centro histórico, a Praça do Comércio e, pra finalizar, teve mais bacalhau, desta vez o bacalhau com natas, que me pareceu um escondidinho de batatas com bacalhau – que, por sinal, é maravilhoso também.

Partindo de Lisboa de comboio, conheci Cascais, uma cidadezinha no litoral simplesmente encantadora, caminhando em direção à Boca do Inferno, uma formação rochosa com impacto violento das águas, que tem por trás uma lenda local. A partir de Cascais, rapidamente pode-se chegar em Sintra. A primeira parada foi o Palácio Nacional, visitando os jardins, e depois seguindo para o Castelo dos Mouros, que foi construído pelos Mouros da África do Norte para proteger as terras férteis da região. Situado no topo de um morro, tem uma visão privilegiada de todo o arredor, um lugar simplesmente magnífico.

Para encerrar, dias depois fui a Aveiro, a famosa “Veneza Portuguesa”. Caminhei pelas ruas da cidade e, a todo momento, deparava-me com alguma ponte, ou cais, ou os moliceiros (os barquinhos da cidade), tudo circundado pela Ria de Aveiro. Quanto à culinária, experimentei os ovos moles, doce típico da cidade, que também serve de base para diversos outros doces regionais, como o pão de ló de ovos moles. 

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Aproveitando ao máximo

BLOG DOS INTERCAMBISTAS Data de Publicação: 19 jun 2020 13:08 Data de Atualização: 19 jun 2020 13:12

O post de hoje traz um curto relato do aluno Daniel Baraldi, do curso de Engenharia Mecânica do Câmpus Xanxerê. Ele participou do nosso programa de intercâmbio, o Propicie, e está na Espanha onde integra um projeto de pesquisa na Universidade de Deusto na cidade de Bilbao.

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As coisas estão melhorando. A Espanha iniciou o processo de desescalada e a cada semana as coisas voltam um pouquinho ao normal (lógico com todos os cuidados). Diante disso, tenho aproveitado mais para "turistar" pela cidade, fazendo passeios, conhecendo lugares e pessoas. Realmente, estou muito feliz com essa experiência e quero aproveitar o máximo que conseguir. 

Tenho aproveitado o fim das restrições de horários para caminhar e explorar a cidade sozinho também, visitei algumas lojas e alguns monumentos pela cidade. Estou bem e aproveitando, mesmo um pouco apertado com o fim do semestre.

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Passeios também fazem parte do intercâmbio

BLOG DOS INTERCAMBISTAS Data de Publicação: 05 jun 2020 12:21 Data de Atualização: 05 jun 2020 12:43

O relato de hoje é do aluno do curso de Engenharia Mecânica do Câmpus Xanxerê que foi selecionado para o Propicie 17.

João Pedro Müller, que foi para Portugal participar do projeto OP – Produção Otimizada no Instituto Superior de Engenharia do Porto, o ISEP. Como seu vôo de volta ao Brasil foi cancelado, ele aguarda as definições da companhia aérea para poder retornar.

Além de seguir com seu projeto de pesquisa de forma remota, ele aproveitou os últimos dias para passear.

Vejam só:

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Muita coisa mudou em relação às restrições de circulação de pessoas e funcionamento dos estabelecimentos nestas últimas semanas. Grande parte do comércio voltou a abrir (com algumas restrições) e locais públicos, como praias e parques, agora estão mais acessíveis.

Devido à flexibilização, pude aproveitar muito nestas últimas semanas. Junto com amigos, também participantes do Propicie, visitamos parques locais, praias e pontos turísticos das cidades de Porto e Matosinhos.

Tivemos a oportunidade de visitar as cidades de Braga e Guimarães, localizadas perto da região de Porto, o que nos possibilitou conhecer um pouco mais da história portuguesa. Nestas cidades, visitamos diversos locais históricos, como o Santuário de Bom Jesus do Monte, localizado em Braga, e o Paço dos Duques de Bragança, localizado em Guimarães. Também foi possível experimentar a culinária típica local, como o Bacalhau à Braga e o Castelinho de Guimarães.

Em relação ao meu projeto, ainda estou trabalhando remotamente devido ao ISEP continuar parcialmente fechado. Acredito que até meu retorno esta situação não será alterada, por conta disso continuarei meu trabalho a distância.

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Conhecendo um pouco a cidade

BLOG DOS INTERCAMBISTAS Data de Publicação: 29 mai 2020 09:46 Data de Atualização: 29 mai 2020 09:50

O relato desta semana é do aluno do curso de Engenharia Mecânica do Câmpus Xanxerê, Jhou Maik Trampusch, que está em Portugal pelo nosso programa de intercâmbio, o Propicie, onde participa de um projeto de pesquisa chamado MARTINE – Gestão e simulação de redes elétricas e edifícios inteligentes – no Instituto Superior de Engenharia do Porto, o Isep.

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Durante esses dias pude sair mais de casa, pois começaram a abrir alguns locais de visitação devido à melhora na situação do país. Por isso, eu e meu colega, João Pedro Müller, juntamente com Bernardo Pires Mesko, Isabelli Sasdelli Tavares, Isabela das Chagas Luiz e Ana Maria Henning Codeço, visitamos muitos locais históricos e turísticos tais como o Parque dos Picoutos, onde jogamos vôlei, a Torre dos Clérigos, o Jardim do Morro, a Ribeira e a Ponte Dom Luís I. Sempre de máscara, pois, embora não seja obrigado em locais abertos, é mais seguro permanecer com a mesma o tempo todo ao invés de manipular ela muitas vezes. Também efetuamos alguns jantares entre nós, pois isso também é permitido.

Quanto às atividades de estudo, tanto as do IFSC como as do ISEP permanecem a distância e quase que diariamente tenho materiais para estudar. O estudo decorrente da pesquisa desenvolvida aqui segue constante, com conversas e vídeo chamadas com o orientador do projeto. Atualmente, estou pesquisando as influências dos fluxos de ar decorrentes de ar condicionado na temperatura interna da casa.

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Mudanças no projeto de pesquisa

BLOG DOS INTERCAMBISTAS Data de Publicação: 22 mai 2020 10:05 Data de Atualização: 22 mai 2020 10:23

O relato desta semana é da estudante Nicolle Ferreira do curso superior de tecnologia em Gestão da Tecnologia da Informação do Câmpus Florianópolis. A aluna está na Espanha onde participe de um projeto de pesquisa na Universidade de Deusto pelo Propicie, nosso programa de intercâmbio.

Diante das orientações de distanciamento social na Espanha, só nos últimos dias é que Nicolle pode sair de casa e conhecer um pouco da cidade de Bilbau. No seu relato, ela fala sobre a experiência e sobre a mudança no projeto em função da pandemia.

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Essa semana foram liberados passeios em até duas pessoas que morem na mesma casa e práticas desportivas individuais. São horários limitados para cada faixa etária, mas foi bom enfim poder conhecer um pouco da cidade, já que até então só conhecia o caminho do aeroporto até meu apartamento.

Como vim com meu namorado pra cá, que também está no mesmo programa de intercâmbio, aproveitamos pra finalmente podermos sair de casa juntos, Caminhamos pelo "calçadão" ao lado do rio, fomos conhecer a fachada da Universidade (que ainda não abriu e não sei se abrirá até retornarmos) e conhecemos alguns parques. Já tínhamos ouvido por uma amiga de que a cidade era conhecida pela sua arquitetura, tanto pelo estilo gótico, como também pelos projetos mais contemporâneos, mas nos surpreendemos pelo quanto isso é presente em cada cantinho. Desde fachadas de prédios até objetos ou ambientes mais comuns como parquinhos ou corrimões de escadarias, tudo tem elementos metálicos e de vidro com muitas curvas, bem diferente do que costumamos ver em Florianópolis, por exemplo. No passeio também nos deparamos com uma construção do século XV que, pesquisando depois, descobrimos ser uma igreja inaugurada em 1510. Mesmo já sabendo que a cidade é do ano de 1300, é impressionante se deparar com uma construção tão antiga ainda de pé.

Nas primeiras reuniões com a orientadora do projeto que escolhi, que também orienta outros três alunos do Propicie, ela nos informou que, diante da situação atual, seria mais produtivo e interessante se, ao invés de ingressarmos em projetos já em andamento, nós fizéssemos algo relacionado à COVID-19. Sendo assim, nos dividiu em duas linhas de pesquisa: a primeira voltada para a criação de um app e a outra relacionada a Data Science. Decidi por Data Science por já ter tido um contato prévio, ainda que básico, com o tema.\

Dadas as limitações por estarmos a distância, falta de laboratório ou biblioteca disponíveis e por ser um trabalho individual, simplificamos o que será feito e ela nos apresentou uma ferramenta que nunca havia ouvido falar, WEKA, que foi a solução que precisava. Com essa ferramenta, ao invés de ter que aprender uma linguagem de programação (python) do zero em três meses, realizar o projeto (pesquisa, limpeza de dados, seleção de algoritmo, escrever o código, análise de resultados, conclusão, etc) e escrever um artigo de 80 páginas, a ferramenta já realiza as análises e apresenta os resultados de algoritimos com apenas algumas configurações. O programa não é fácil de entender, a documentação é somente em inglês (em português tudo era superficial demais), não é intuitivo, mas, após algumas semanas e muitas pesquisas no Google, finalmente está sendo uma salvação rs. 

O bom de enfrentar tantas dificuldades é que, mesmo demorando 10 vezes mais tempo, por conta própria acabo aprendendo muito mais, já que tenho que ir atrás de cada informação sozinha e ficar na tentativa e erro até algo funcionar (sempre acreditei que aprendemos mais errando). 

Outro ponto é: o assunto é muito recente, então por mais que o mundo esteja voltado à pesquisa sobre a doença, os datasets (principal insumo de uma análise de dados) ainda estão desorganizados e em sua maioria incompletos (pelo menos os que estão públicos). Aí veio outro aprendizado: no início havia escolhido um tema, estudado sobre o assunto para a elaboração do artigo e  parecia estar tudo fluindo muito bem, porém não foi possível continuar por falta de dados confiáveis. Depois de muito pesquisar, encontrei um dataset brasileiro muito bom e escolhi meu tema com base nas informações que encontrei ali, ao invés do contrário. Para uma próxima vez já sei que, antes de escolher e pesquisar sobre um tema, preciso saber se tenho dados suficientes para levar a pesquisa adiante (ou criar meus próprios datasets com pesquisa própria, se for possível e necessário). 

As reuniões com a orientadora são agora a cada duas semanas (acho absurdamente pouco, porém foi ela que diminuiu a frequência por ter muitas reuniões semanalmente), a próxima sendo na semana que vem. Minha tarefa dessa fase é procurar e ler artigos que usaram o WEKA como ferramenta para me basear na escolha dos algoritmos da minha pesquisa e entender melhor como os resultados são apresentados nesse tipo de pesquisa. 

Após questionarmos algumas vezes sobre o artigo (sim, é o que nos preocupa, são 80 páginas em inglês), nossa orientadora informou que começa a instruir sobre a escrita no último mês do projeto. Achamos pouco tempo, mas vamos seguir as recomendações.

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Novas culturas sem sair de casa

BLOG DOS INTERCAMBISTAS Data de Publicação: 15 mai 2020 11:23 Data de Atualização: 15 mai 2020 11:30

O relato de hoje é da aluna Isabela das Chagas Luis do curso técnico integrado em Mecânica do Câmpus Joinville. Ela está em Porto onde participa do projeto de pesquisa SMARTENESS pelo Propicie no Instituto Superior de Engenharia do Porto (ISEP) em Portugal. 

Morando em uma casa compartilhada, Isabela nos conta o que tem aprendido nos últimos meses em relação a novas culturas.

Acompanhe seu relato:

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Uma das preocupações que tive quando estava organizando minha vinda para Porto foi onde moraria pelos três meses. Logo contatei minhas atuais colegas de quarto, Isabelli Sasdelli, do Câmpus Itajaí, e Ana Henning, do mesmo câmpus que eu, Câmpus Joinville. Decidimos que ficaríamos num quarto em uma casa compartilhada na região de São Mamede de Infesta, perto de Porto. No começo eu estava preocupada como seria dividir quarto e a casa, mesmo que eu já fosse acostumada a dividir com meu irmão mais novo, Carlos, mas hoje penso que a escolha de uma moradia compartilhada foi uma ótima decisão, não apenas financeiramente mas porque nos ofereceu uma integração com novas culturas. 

Atualmente na nossa casa estamos em sete pessoas: um casal de Moçambique; um português; e quatro brasileiros - nós três que dividimos quarto e outro natural do Rio Grande do Sul. Já tivemos contato com muitas coisas novas, como comidas,vocabulários, costumes e culturas novas. 

Quanto à comida, aprendemos sobre diversas comidas comuns em Moçambique, como a fruta do guaraná em que eles faziam uma papinha com ela e a feijoada moçambicana, que vai alguns ingredientes diferentes da feijoada brasileira como a cenoura e frango. Com o português também conhecemos bebidas feitas a base de vinho, como a Sangria, que vai além do vinho, suco e pedaços de fruta e açúcar. Mas, além de aprender, também ensinamos muitas coisas a eles. Mostramos o famoso Pavê, o nhoque (que deu muito trabalho para ser feito), macarrão ao alho e óleo e lasanha de frango e já estamos pensando em fazer um dia salpicão e coxinha de frango. 

Os vocabulários que ouvimos também nos chamaram atenção. O Português citou "Parvo" e "Totó", que é similar a pateta; "Rissóis" que nós brasileiros conhecemos como Risoles; "Sumo de fruta", que seria igual a suco de fruta; e "Encarnado", que seria “vermelho”. Além disso, eu pude perceber como os portugueses usam muitos vocabulários em inglês no dia a dia, como t-shirt, take away, pasta, chips e blueberry. 

Outro dia, nós decidimos ver o filme Madagascar em Português de Portugal.  As diferenças começaram pelo nome do filme, que é Madagáscar. e continuaram com diversos momentos em que havia palavras que nós não conhecíamos e momentos em que os personagens falavam rápido e não conseguimos entender praticamente nada. Foi uma experiência divertida. 

Nas culturas, percebi que o casal de Moçambique conhecia muito dos costumes brasileiros. Eless ouviam diversos artistas, conheciam comidas típicas, programas de televisão e até sabiam da situação do cenário político brasileiro. Entretanto, eu em comparação a eles não conhecia nada sobre Moçambique. Foi aí que conversamos e eu soube de cantores que faziam sucesso lá, de comidas comuns e sobre a política do país deles. E assim toda vez tentamos mostrar coisas nossas e eles contam sobre coisas comuns deles. Outro dia mostramos sobre as festas de Santa Catarina, como a Oktoberfest, Festa do Pinhão, Festa do Marreco, Festa Marejada entre outras festas, resultados da nossa colonização… Foi interessante, pois eles não tinham conhecimento de como nós ainda mantemos culturas de outros colonizadores além dos portugueses.

Tem sido muito gratificante poder trocar experiências e conhecimentos das coisas que para nós seriam tão comum, mas para outras pessoas é algo distante. São novas coisas que aprendemos em uma casa compartilhada com outras pessoas de lugares diferentes. Imagine o quanto aprenderíamos a mais se pudéssemos sair e visitar outros lugares em Porto e ainda mais se pudéssemos ir em outro país. Só sei que voltarei pro Brasil feliz por saber além daqueles que nos colonizaram, mas daqueles que sabiam muito de nossa cultura e eu pouco sabia da deles.

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Aprendendo dentro de casa

BLOG DOS INTERCAMBISTAS Data de Publicação: 08 mai 2020 09:34 Data de Atualização: 08 mai 2020 09:50

Nossos intercambistas do Propicie, nosso programa de intercâmbio, já estão se preparando para voltar. O aluno Daniel Baraldi, do curso de Engenharia Mecânica do Câmpus Xanxerê, nos escreveu contanto como estão sendo estes últimos dias na Espanha, onde ele participa de um projeto de pesquisa na Universidade de Deusto.

Leia o relato:

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Pois bem, faz mais de um mês e meio que estou na Espanha (essa, por sua vez, o país com as normas restritivas mais rigorosas do mundo) e nesse tempo tenho aproveitado pouco, no quesito pontos turísticos e eventos sociais, devido a toda paralisação. Porém, estar em casa me possibilitou interagir ainda mais com a pessoa que vivo, nesse tempo tenho procurado saber um pouco mais sobre ela, sobre a cultura e aprender cada vez mais desse língua irmã (Espanhol) tão diferente, mas que nos rodeia culturalmente e geograficamente. Também tenho aprendido sobre a culinária do País Basco, que segundo Pilar (pessoa com quem compartilho apartamento), é a melhor culinária da Espanha, com os pratos mais saborosos e bem preparados, e com tudo que aprendi e experimentei, não deixa a desejar.

A Espanha, assim como o Brasil, possui muitas divisões territoriais tanto socialmente quanto culturalmente, e nesse tempo em que estou aqui é fácil perceber a paixão dos cidadãos pela sua cultura da região, onde em feriados regionais as pessoas estendem bandeiras, dançam e tocam canções típicas e na língua do País Basco.

Sobre o meu projeto, é difícil acrescentar muita coisa, pois tenho pouco contato com meus orientadores, mas continuo tomando frente e pesquisando um pouco mais a cada dia. Sobre como consegui alugar esse apartamento, eu consegui através de um site chamado Kuvu, é uma plataforma em Bilbao que ajuda pessoas, com mais idade, que se dispõem a dividir seu apartamento com estudantes por um curto período de tempo (normalmente até 6 meses). Nele você cria o seu perfil social, descrevendo como você é e como costuma viver e eles procuram por pessoas similares que tem um lugar para alugar e que você possivelmente se daria bem.

Devido a toda a paralisação, minha rotina se baseia em ficar em casa, cozinhar, estudar, assistir séries e filmes e tentar praticar exercícios físicos (mesmo que só dentro do quarto).
 

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Gerenciamento de tempo e aprendizados

BLOG DOS INTERCAMBISTAS Data de Publicação: 30 abr 2020 12:12 Data de Atualização: 30 abr 2020 12:19

O relato de hoje é do aluno Bernardo Pires Mesko, do curso técnico em Informática do Câmpus Gaspar. Ele está em Porto onde participa do projeto Intelligence of Home no Instituto Superior de Engenharia do Porto pelo nosso programa de intercâmbio, o Propicie.

Leia como está sendo sua experiência:

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As atividades do intercâmbio estão indo muito bem. Estou aproveitando muito a rotina que eu elaborei, e até aprimorei ela em alguns aspectos (por exemplo, resolvi dar uma chance ao método Pomodoro de separar tempos de estudo e vi que acabou gerando resultados muito melhores, então estou usando ele).

Agora eu trabalho durante a manhã e o começo da tarde (das 9 às 16h com uma pausa pro almoço e algumas pausas menores por causa do Pomodoro) nos mesmos horários em que eu estaria trabalhando se as atividades do ISEP fossem presenciais. Então certamente parece que estou dedicando tempo suficiente ao trabalho e ainda sobram 7 horas do meu dia para fazer outras coisas que eu gosto (elaborei um planejamento para ter um jogo feito até o final do intercâmbio e eu me divirto muito estudando tudo que eu preciso fazer pra melhorar ele no meu tempo livre). Me sinto como se tivesse criado um ciclo em que eu me organizo para me sentir bem por ter as coisas organizadas e essa sensação me motiva a continuar firme na organização.

Eu também não me sinto sozinho com uma frequência tão grande quanto antes. Minha vizinhança é composta de cinco alunos do IFSC, além de mim, e todos nós nos damos muito bem. Além disso, eu finalmente me acostumei a manter minhas amizades do cotidiano à distância, então eu sempre tenho alguém para conversar quando eu quero. De certo modo, o fato de todos os meus amigos estarem em suas próprias casas me faz sentir como se eu não estivesse tão distante assim deles e eu acho a conveniência disso bastante engraçada.

O andamento do projeto está bastante satisfatório. Após pesquisar as frameworks em python para usar na casa, os orientadores me deram liberdade para estudar sobre qualquer assunto de inteligência artificial que eu quisesse, então passei uma semana inteira só estudando isso e aprendi coisas como machine learning, visualização de dados, deep learning, entre outros assuntos que eu acho muito interessantes e fico muito feliz por ter a oportunidade de estudar. Minha única preocupação é que não sei bem como vou poder usar esses conhecimentos para contribuir no projeto; Tenho algumas ideias que parecem promissoras, mas vou ter que desenvolver elas mais para se tornarem algo que eu sinto que pode contribuir bastante.

Também vi com os outros alunos do IFSC a possibilidade de contribuir nos projetos deles com inteligência artificial, pois é uma ferramenta que me pareceu ser extremamente útil e que salvaria meus colegas de bastante dor de cabeça nos projetos deles, além de eu poder ter contribuições em vários artigos, o que eu considero um bônus muito bom, mesmo se eu acabasse ficando com mais trabalho pra fazer.

Algo que me preocupou um pouco foi o cancelamento dos voos para o Brasil. Tive meu voo do dia 29 de maio com conexões em Amsterdã cancelado. Por sorte, não foi muito complicado remarcá-lo para o mesmo dia, passando pela França ao invés da Holanda. Alguns dias depois do reagendamento, este também foi cancelado, aparentemente pelo tráfego aéreo saindo de Porto estar cancelado até junho. Sendo assim, remarquei o vôo mais uma vez, agora para o dia 2 de junho. Estou confiante de que não haverá mais complicações, e até fico um pouco feliz por ficar trabalhando um pouquinho mais por aqui, apesar que também signifique passar um pouquinho mais de tempo longe da minha família, pois nunca deixei de sentir saudades deles.

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Vivendo momentos incríveis em casa

BLOG DOS INTERCAMBISTAS Data de Publicação: 24 abr 2020 11:01 Data de Atualização: 28 abr 2020 09:30

O relato de hoje é da nossa aluna Isabelli Sasdelli Tavares, do curso de Engenharia Elétrica do Campus Itajaí. Ela está em Porto há um mês participando do projeto Caracterização de erros experimentais no laboratório remoto VISIR no Insituto Superior de Engenharia do Porto, o ISEP.

Vejam que, apesar da sua experiência de intercâmbio ter sido afetada pela pandemia do coronavírus, ela está tendo momentos bacanas.

Leiam o relato:

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Estou em Portugal há mais de um mês. Mesmo com a permanência das medidas protetivas do governo português e com o isolamento social, tenho vivido momentos incríveis em casa.

Na última semana, eu, minhas roommates Isabela e Ana Maria, e o pessoal que mora com a gente na casa, fizemos algumas coisas juntos, como noite de jogos de baralhos e um jantar temático mexicano.

Na Páscoa, nos unimos à noite para jantar, revelar nosso amigo secreto e fazer caça aos ovos. O maior desafio foi o amigo secreto: não podíamos comprar nada, teríamos que improvisar presentes de um dia para o outro, de preferência handmade. O resultado foi incrível e vários artistas foram revelados, com desenhos lindos e singelos gestos de carinho. Isso tudo ajuda a nos unir e passar por essa situação tensa que é o isolamento social.

Quanto ao projeto de estágio desenvolvido no ISEP, minhas reuniões continuam, semanalmente, por videoconferência. Estou trabalhando na parte de levantar os erros experimentais para organizá-los em tabelas e tirar screenshots de tudo. Concomitantemente, comecei a escrever o artigo, que precisa ser concluído ao final do estágio.

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Missão do IFSC em Portugal

BLOG DOS INTERCAMBISTAS Data de Publicação: 21 jan 2020 11:09 Data de Atualização: 24 abr 2020 13:16

De 11 a 22 de janeiro, uma equipe do IFSC partiu para mais uma missão a fim de aprimorar os laços do nosso Instituto Federal com escolas de nível técnico e superior portuguesas. A reitora Maria Clara Kaschny Schneider, a assessora internacional, Fernanda Emanuela, o diretor do Polo de Inovação do IFSC, Rubipiara Cavalcante, e o diretor-geral do Câmpus Lages, Thiago Meneghel, realizaram uma série de visitas aos campus dos Institutos Politécnicos já parceiros do IFSC com o intuito de celebrar a união entre nossas instituições.

Também compareceram ao Instituto Politécnico de Coimbra e a Universidade de Évora, onde foram estabelecidos acordos de cooperação e parceria, possibilitando futuras possibilidades de intercêmbio entre Brasil e Portugal.

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Missão do Conif na Colômbia

BLOG DOS INTERCAMBISTAS Data de Publicação: 07 fev 2020 13:38 Data de Atualização: 24 abr 2020 11:38

O Conselho Nacional das Instituições da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica, o Conif, está no momento realizando uma missão institucional na Colômbia. Representando o IFSC, nossa reitora Maria Clara Kaschny Schneider está participando de reuniões e congressos que visam fortalecer as relações entre as Instituições latinoamericanas, além de dar um panorama na situação e desenvolvimento da educação no continente.

A breve visita ao país vizinho tratará de muitos encontros e firmações de possíveis cooperações entre o nosso Instituto Federal e organizações de educação da Colômbia e, em momentos futuros, do restante da América Latina e Caribe. Esta jornada promete dar início aos planos de futuramente abrir programas de intercâmbio e parcerias do Brasil com a nossa vizinhança.

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